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Abandonada, construção de escola é alvo de manifestação de estudantes no Cidade Jardim

Abandonada, construção de escola é alvo de manifestação de estudantes no Cidade Jardim

Além de outras importantes obras, o Governo Jatene tem uma dívida com os estudantes de Parauapebas, pois abandonou a construção de uma importante escola técnica estadual que fica localizada na Avenida dos Ipês, no Cidade Jardim, que, além de grande valor financeiro, traria benefícios aos que concluem o ensino médio e não conseguem entrar em uma faculdade. “Ótima opção para entrar no mercado de trabalho e depois custear um curso superior”, diz Leidina Azevedo, detalhando que com um curso técnico, o jovem pode vislumbrar condições de ingressar no ensino superior.

Oportunidade roubada pelo Governo do Pará que é encabeçado por Simão Jatene, que em quase oito anos de mandato, não retomou a construção da unidade escolar iniciada na gestão anterior. Os “escombros” podem ser vistos no bairro Cidade Jardim, onde está também o desperdício dos recursos já investidos no projeto e na base da construção.

Mas os estudantes estão fazendo levante para que o governo atenda a demanda da classe e realize a construção de escolas de ensino médio, já que a maioria das existentes em Parauapebas funcionam em prédio alugados, compondo os conhecidos “anexos” que não oferecem condições adequadas para atender com dignidade os estudantes. Exemplo claro é o anexo da Escola Eduardo Angelim, no Bairro Novo Horizonte, onde, em um prédio improvisado, são ministradas aulas sem o mínimo espaço para os alunos nos intervalos.

 

A grande cobrança foi feita pelos estudantes da Escola estadual Janela para o Mundo, que esperam há vários anos a efetivação da escola em um prédio próprio. Assim, os mesmos se mobilizaram para uma caminhada até a avenida “D”, no Bairro Cidade Jardim, onde fica localizado o terreno na qual deveria estar sendo construída a escola, o prédio “oficial” do estabelecimento de ensino, que no momento, funciona em um prédio alugado e que está em estado de calamidade. Os alunos exigem a retomada das obras no terreno, pois o mesmo vem sendo usado para usos de bebidas alcoólicas, drogas, e outras demais situações que incomodam e prejudicam de forma grave a sociedade.

O espaço está com as obras paradas a aproximadamente três anos, e não há respostas do Governo do Estado. “O que deve acontecer para que as autoridades competentes olhem para isso como uma situação de calamidade pública para com a sociedade e alunos?”, indagou um aluno no manifesto, alertando que o futuro de muitas crianças e adolescentes depende dessa escola.
Os estudantes dizem querer respostas para algo que mensuram ser de grande urgência.

Reportagem: Francesco Costa / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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