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Alunos da Escola Irmã Dulce fazem manifestação nas ruas e na Câmara Municipal

Após muitas manifestações pedindo a reforma da Escola Estadual de Ensino Médio Irmã Dulce, culminando na ida à Belém do Pará, onde estudantes se reuniram com a cúpula estadual da educação, quando apresentaram os problemas, que as obras de reforma, enfim, foram iniciadas. Isso data de 6 de novembro de 2017, quando uma equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar esteve no local e confirmou que as obras estavam mesmo em andamento e com um prazo previsto de 120 dias para serem concluídas; ou seja, a escola deveria ter sido entregue no dia 4 de fevereiro de 2018.

Mas, não foi bem assim. Na verdade as obras foram paralisadas e os alunos continuam sendo atendidos no prédio do antigo Colégio Base Júnior, locado pelo Governo do Estado, onde ficariam apenas até a conclusão da obra. No entanto, o anexo também já apresenta diversos problemas e já é alvo de reclamação dos alunos que, na manhã de hoje, terça-feira (9), estiveram na Câmara Municipal de Parauapebas, onde, durante a sessão ordinária, fizeram manifestação pedindo melhorias para o anexo e a conclusão da reforma do prédio da Escola Irmã Dulce, para que voltem a estudar lá definitivamente.


O protesto foi pacífico, tendo como resultado uma reunião na sala da presidência, onde, diversos vereadores conversaram com os estudantes e se comprometeram a mediar o caso. Outro avanço positivo foi a chegada do diretor da 21ª URE, Carlos Eduardo Sousa do Nascimento, informando que, de acordo com a palavra do Governador do Estado, Helder Barbalho, as obras deverão ser retomadas em ritmo acelerado para que seja entregue até o dia 10 de maio, data em que se comemora o aniversário de Parauapebas.

Comissão de alunos foi recebida por vereadores na Câmara de Parauapebas

 

A reunião foi satisfatória para os estudantes que irão esperar até o prazo previsto, devendo depois, voltar a fazer manifestação em busca da solução dos diversos problemas existentes no anexo onde estudam, que já apresenta, segundo eles, riscos para a segurança dos que ali estudam ou trabalham.

Quanto à obra na Escola Estadual Irmã Dulce, foi iniciada na data citada, pela empresa Trasnvipe – ME, por R$ 1.117.111,09 (um milhão, cento e dezessete mil, cento e onze reais e nove centavos), cujo valor está incluso a reforma geral e recuperação estrutural do prédio escolar.

Mas, não é apenas a reforma da escola que os alunos continuam cobrando do Governo do Estado, pois, segundo eles, os antigos problemas, apesar de ter sido apresentados ao governo, persistem:

Contratação de professor específico para a biblioteca e a disciplina de filosofia;

Problema com a lotação dos professores;

Falta de professores capacitados para os laboratórios de química e informática, respectivamente;

Faltas de vice-diretores, coordenadores e secretário escolar;

Pagamento de prova e material de estudos pelos alunos;

Material didático para os professores como, por exemplo, tablet, apagadores e pincéis para quadro magnético;

Merenda escolar;

Aula pós ENEM, promovida pela SEDUC;

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