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Após discussão em bar, homem leva paulada na cabeça, é amarrado, arrastado em moto e queimado vivo

Os investigadores da Vigésima Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, Baiano e Fátima colheram as primeiras informações para tentar desvendar um crime macabro que foi registrado na tarde deste domingo (3) em Parauapebas, mais precisamente em uma área conhecida como Vale das Águas, distante cerca de 15 quilômetros da zona urbana do município.

De acordo como foi apurado pela equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar junto às autoridades policiais, dois homens que ainda não foram identificados estavam consumindo bebida alcoólica em um bar, porém, em determinado momento eles vieram a se desentender, momento em que um deles teria jogado uma lata de cerveja no rosto do outro.


Maria do Bom Parto Alves, proprietária do bar onde os dois homens estavam, descreveu para a nossa reportagem como a confusão que terminou com morte teria sido registrada. “Primeiro chegou um homem que estava em uma moto amarela, depois, o que estava lá em baixo e que chegou em uma moto preta veio aqui para cima e jogou uma lata de cerveja na cara do outro. Eu saí de dentro da cozinha e fui tentar evitar a briga, porém, no momento em que eles me empurraram, lembrei de um conselho de um delegado que me falou que quando alguém tivesse brigando, para eu não apartar a briga de ninguém. Eles começaram a discutir e pedi para eles saírem e não vi mais nada”, relatou.

Apesar das declarações da proprietária do estabelecimento, as investigações da Polícia Civil apontam que nas proximidades do bar, o homem que estava em uma moto preta deu uma paulada na cabeça do condutor da moto amarela e o mesmo acabou desmaiando. Após o desmaio, ele teria sido amarrado em uma corda e arrastado em uma distância de 500 metros, onde teve seu corpo queimado juntamente com seu veículo, uma moto amarela.

 

Perguntado se ela havia observado essa cena, a dona do bar disse que depois que eles saíram do estabelecimento, ela não viu mais nada.
A reportagem questionou sobre um local do bar estar molhado, dando a entender que algum tipo de sangue teria sido lavado, porém, Maria do Bom Parto Alves afirmou que naquele local o seu marido havia lavado uma moto que estava suja de lama.

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