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Após ter sido detido por estar com armas em sua casa, vereador Arenes se defende

Em ocasião da operação denominada Filiesteu, gerenciada pelo Ministério Público Federal do Pará com o apoio da Polícia Militar e outros órgãos, que desmontou esquema criminoso oriundo de fraudes em processos licitatórios e superfaturamento de terrenos desapropriados pela prefeitura de Parauapebas; emissão de notas fiscais frias e desvio de recursos públicos entre membros da câmara e o comércio na região, o vereador Arenes (PT) teria sido detido.

De acordo com informações chegadas à reportagem, o vereador Arenes teria sido detido em sua residência e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Parauapebas para explicar às autoridades policiais sobre quatro armas (espingarda calibre 44, revólver 38 e pistola 380), além de munições, que teriam sido encontradas na residência do mesmo durante as diligências.


Através de sua Assessoria de Imprensa, o vereador petista enviou um comunicado sobre o caso, veja na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

“O vereador José Arenes diante dos últimos fatos ocorridos na cidade no qual veicularam de que teria sido preso em flagrante, inclusive por portar armas em seu veículo, o mesmo vem através desta nota, prestar tais esclarecimentos.

Em meados de outubro do ano de 2014, após o fortalecimento da oposição com a criação da CPI da saúde, o edil juntamente com seus pares vinham sofrendo ameaças de morte, além de ter tido sua casa invadida. Diante do exposto não tendo outra alternativa a não ser a de representar junto ao próprio GAECO, ao Diretor Geral da Polícia Federal, e à Comissão de Segurança Pública de Combate ao Crime Organizado na Câmara Federal, requerendo que fosse disponibilizado proteção policial afim de resguardar a sua integridade física e de seus familiares, infelizmente, por conta da inércia das autoridades competentes no que tange à proteção pleiteada, não lhe restou outra alternativa a não ser em adquirir arma de fogo para, legitimamente, a proteção sua e de sua família.

Esse sentimento de insegurança pública aqui exposto, é público e notório, haja vistos casos como o Dr. Jackson Sousa e Silva, o do líder comunitário que respondia pela alcunha de “grande” além de outro advogado Dr. Dácio Cunha Lima, todos vítimas de ameaças que infelizmente se concretizaram.

Aproveita ainda a oportunidade, para parabenizar o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado – GAECO, pelas diligencias realizadas nas Instituições dos Poderes Legislativo e Executivo, pois são respostas às denúncias do grupo de oposição, aqui intitulado de G7″.

Foto: Arquivo / Portal Pebinha de Açúcar

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