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Câmara de Vereadores tem seus trabalhos interrompidos por manifestantes pela terceira vez neste ano

 Ao som de várias palavras como “O povo elegeu, mas já se arrependeu”, “Fora Maquivalda” e “Fora Valmir”, os manifestantes logo no início da Sessão Ordinária que iniciou por volta das 16h30min desta terça-feira (4), munidos de cartazes e muitas vaias iniciaram a manifestação. No momento em que o Secretário da Câmara, vereador Odilon Rocha (PMDB) começou a ler os avisos e ofícios enviados ao Poder Legislativo, ele paralisou as leituras e sugeriu que a sessão fosse cancelada devido à manifestação dos populares. Odilon chegou a até a usar o microfone da Câmara e afirmou “vocês tinham que procurar era o prefeito Valmir e não a gente”.

Como a maioria dos vereadores votou pelo cancelamento da Sessão Ordinária desta terça-feira, os manifestantes formaram uma comissão para ser recebida pelos parlamentares, porém, dos 15 edis, apenas três ficaram e ouviram a reivindicação dos populares. Nem mesmo o atual presidente da Câmara Municipal, vereador Josineto Feitosa (PSDC) ficou no prédio para receber os populares.

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Três vereadores ouviram a comissão
Bruno Soares (PP), Eliene Soares (PT) e José Arenes (PT) foram os três vereadores que ficaram na Câmara após o cancelamento da Sessão e ouviram atentamente uma comissão formada por seis pessoas que representaram as mais de mil famílias do Alto Bonito e invasão do bairro dos Minérios.
Os parlamentares fizeram anotações das reivindicações apresentadas pelos populares e prometeram tomar as devidas providências.

Outras manifestações
Na atual presidência de Josineto Feitosa, em menos de 200 dias, a Câmara de Vereadores já recebeu três manifestações que afetaram o andamento dos trabalhos legislativos. Primeiro foram os professores em greve, depois alunos da Escola Irmã Dulce e hoje moradores de áreas de risco e invasões.

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