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Em Canaã, Ximbinha, ex-Banda Calypso, diz que não se arrepende de nada em sua vida

Em Canaã, Ximbinha, ex-Banda Calypso, diz que não se arrepende de nada em sua vida
Foto: Divulgação

O show Cabaré do Brega, realizado na noite de sábado, 2 de junho, no Parque de Exposições Florentino Guirelle não atraiu muita gente. O público foi pequeno em comparação aos shows das noites anteriores, quando Mano Walter e Naiara Azevedo atraíram multidões para a 5ª Expocanaã. Mas o líder da banda era uma atração à parte naquela noite em Canaã dos Carajás, no sudeste paraense, pois trata-se de Cledivan Almeida Farias, 44 anos, nascido em Oeiras, no Pará, antes conhecido por Ximbinha da Banda Calypso, e de 2015 para cá por Ximbinha.

Ele começou a tocar guitarra aos 12 anos de idade em Belém, onde praticamente foi criado. Fez sucesso e chegou a ser considerado por revistas especializadas em música como “o melhor guitarrista do Brasil, independentemente do seu estilo de música”. Ximbinha foi até guitarrista do grande cantor romântico do Pará, Roberto Vilar.

Além de tocar guitarra, seu talento era produzir artistas. E foram muitos. Em 1999 formou a banda Calypso com a então esposa Joelma Mendes, com quem foi casado por 18 anos. Com a banda fazendo sucesso em todo o Brasil, o casal ganhou muito dinheiro, mas, vieram as crises conjugais e com o fim do casamento, cada um seguiu seu rumo.

Após a separação, Ximbinha criou a banda XCalypso e depois Banda X, e agora viaja pelo Brasil com o projeto Cabaré do Brega.

Dizem que Ximbinha traiu Joelma com a advogada paraense Karen Ketlhen Fernandes, de 30 anos. E no sábado, após almoçar em Canaã dos Carajás, ele postou uma foto em uma rede social, confirmando pela primeira vez, o namoro com a pivô de sua separação. E disse: “Dia maravilhoso ao lado do meu amor e amigos”.

 

Após o almoço no tatersal do Parque de Exposições de Canaã dos Carajás, o jornalista Lima Rodrigues, colaborador do Portal Pebinha de Açúcar teve uma rápida conversa com Ximbinha, que em 2000 deixou Belém e foi morar no Recife, em 2004 em São Paulo e atualmente reside em Belém.

Você tocou muito em shows no Maranhão, especialmente em Imperatriz?

“Toquei em shows em Imperatriz e no estado do maranhão por muitos anos. Toquei até mais do que no meu estado, o Pará. Comecei a tocar criança, viajei esse país todo e o Maranhão foi a onde eu mais trabalhei”.

Como está o projeto Cabaré do Brega?

“O Cabaré do Brega está indo muito bem, graças a Deus. É sucesso total e está indo muito bem. É um projeto abençoado por Deus. Estamos trabalhando aqui pelo Norte e em todos os lugares que a gente vai é casa cheia”.

Você se sente um homem realizado, apesar dos percalços da vida?

“Eu sou um homem abençoado. O que acontece em sua vida já está escrito. Tenho uma história muito bonita na música. Na minha vida, tenho uma família bonita, muitos amigos e me sinto realizado em todos os sentidos”.

Tem algum arrependimento na vida?

“De nada. Jamais. O único arrependimento que poderia dizer é não ter ficado mais tempo com meus filhos, porque trabalho e viajo muito. Gostaria de ter tido mais tempo para ficar com meus filhos, minha neta e com meus pais. Mas o resto eu não me arrependo de nada, porque tudo que fiz foi a bem da música”.

Cada ritmo tem seu tempo. Como está hoje o chamado brega ou a música romântica?

“A música romântica nunca caiu. Só muda os ritmos. Os ritmos sim, têm suas fases. Tem período que tá no auge o ritmo do pagode, do rock, do axé, do samba, do forró, do xote, do baião, do merengue, da lambada, e do sertanejo. Tem sertanejo que tem vários ritmos. Só muda o ritmo, mas a música romântica e letra romântica sempre vão existir. E é isso que toco: o romantismo”.

Você tem algum projeto ainda para 2018?

“Lançar agora em julho o DV do Cabaré do Brega, que acabei de gravar, e viajar pelo Brasil com o Cabaré”.

Reportagem: Lima Rodrigues

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