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Empresas de alimentos firmam parceria com prefeitura para combater clandestinidade

Uma reunião entre a Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror) e empresários da indústria alimentícia de Parauapebas firmou parceria para combater a clandestinidade na manipulação e venda de produtos e, consequentemente, preservar a saúde da população do município. Da parceria, também fazem parte o Serviço de Inspeção Municipal (SIM) e a Vigilância Sanitária de Parauapebas.

Com a presença do secretário de Produção Rural, Eurival Martins, o Totô, a reunião foi na manhã desta terça-feira, 27, quando foram discutidos o planejamento das atividades e as competências do poder público e da iniciativa privada, que garantam a venda de alimentos saudáveis aos consumidores.


Outro ponto tratado na reunião foi sobre a legalização de empresas que podem servir de exemplo a outros produtores no sentido de coibir a produção, manuseio e comercialização ilegal de produtos, pois técnicas inadequadas no processo de produção podem propiciar o surgimento de sérias doenças.

“O objetivo do serviço de inspeção é o credenciamento das indústrias de produtos de origem animal e vegetal, em caráter permanente de fiscalização e ou periódico, atuando nas indústrias de abate de animal, ou seja, no beneficiamento de leite, queijo, e mel, por exemplo. O serviço acompanha todo o processo de beneficiamento até o transporte”, diz a coordenadora do SIM, Márcia Solange Ferro.

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Compete à Sempror, por meio do Serviço de Inspeção Municipal, a inspeção e o controle higiênico-sanitário dos processos de produção, industrialização e classificação dos produtos de origem animal e vegetal.

Conforme relatório de 2013 da agência de alimentos das Nações Unidas, cerca de 70% das novas doenças que infectaram os seres humanos nas últimas décadas têm origem animal. Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), os alimentos não seguros contendo bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas prejudiciais à saúde são a causa de mais de 200 doenças que vão desde diarreia ao câncer.

Pelas estatísticas da OMS, as doenças diarreicas matam cerca de dois milhões de pessoas por ano, incluindo muitas crianças, prejudicando a produtividade e sobrecarregando o sistema de saúde pública.

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