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Esperança de vida no Pará é de 71,7 anos

Esperança de vida no Pará é de 71,7 anos

Em relação as estimativas de dez anos atrás, a população paraense está vivendo 2,25 anos a mais. Em 2004, a esperança de vida ao nascer no Estado era de 69,46 anos, sendo de 66,47 para os homens e de 72,87 para as mulheres.

Já a taxa de mortalidade infantil (até 1 ano de idade) em 2014 ficou em 17,65 para cada mil nascidos vivos – ante 18,26 por mil, em 2013, e de 25,59, em 2004. Essas e outras informações estão nas Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2014, que apresenta as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos e são usadas pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Em todo o País, a tábua de mortalidade projetou uma expectativa de vida de 75,2 anos para o total da população, um acréscimo de 3 meses e 18 dias em relação ao valor que havia sido estimado para o ano de 2013 (74,9 anos). Para a população masculina o aumento foi de 3 meses e 25 dias passando de 71,3 anos para 71,6 anos, em 2014. Já para as mulheres o ganho foi um pouco menor, em 2013 a expectativa de vida ao nascer era de 78,6 anos se elevando para 78,8 anos em 2014 (3 meses e 11 dias maior).

No geral, o Pará tem a sétima menor expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos dentre todas as unidades da Federação. A maior é a de Santa Catarina, com 78,4 anos; seguido pelo Distrito Federal (77,6 anos), Espírito Santo (77,5 anos), São Paulo (77,5) e Rio Grande do Sul (77,2). No outro extremo está o Estado do Maranhão, com uma esperança de vida ao nascer para ambos os sexos de 70,0 anos. Piauí (70,7), Alagoas (70,8), Roraima (70,9), Rondônia (70,9) e Amazonas (71,4) completam as últimas posições.

Os homens paraenses aparecem com a sexta menor esperança de vida do País e, as mulheres, a sétima. Alagoas responde pela menor expectativa masculina (66,2 anos), e Roraima pela mais baixa entre as mulheres (73,7 anos). Assim, Alagoas apresentou a maior diferença entre as expectativas de vida de homens e mulheres (9,5 anos a mais para as mulheres), e a menor diferença foi observada em Roraima (5,3 anos a mais para as mulheres).

No Pará, essa diferença é de 7,7 anos – a 10ª maior dentre todas as unidades da federação. Em relação à mortalidade infantil, a maior taxa foi observada no Amapá (23,7 por mil nascidos vivos), e a menor no Espírito Santo (9,6 por mil). O Pará surge com a 12º maior índice. No Brasil, a taxa de mortalidade infantil em 2014 ficou em 14,4 para cada mil nascidos vivos e a taxa de mortalidade na infância (até 5 anos de idade), em 16,7 por mil.

Reportagem: ORM News

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