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FNDE promove Jornada de Educação Alimentar e Nutricional

Educadores, coordenadores, merendeiras, familiares, alunos e servidores da Divisão da Educação Escolar (DAE) participaram de uma ação que valorizou alimentos regionais dos estados do Pará e Maranhão. Além da discussão em torno da alimentação saudável, a programação, realizada na manhã desta quarta-feira (26) na Escola Municipal de Ensino Infantil Leide Maria Torres, contou ainda com apresentações culturais.

A Jornada de Educação Alimentar e Nutricional foi promovida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com o objetivo de desenvolver ações que estimulem a alimentação saudável, além de dar visibilidade às práticas de educação alimentar e nutricional já desenvolvidas em escolas públicas de educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano).


De acordo com a coordenadora em educação infantil, Maria Edna, o objetivo do evento é promover uma alimentação saudável, não só para a comunidade escolar, mas para toda a família. “Quase sempre a família oferece para a criança coisas que ela quer comer, e isso não é bom, pois, geralmente, as crianças querem comer alimentos de baixa nutrição como, por exemplo, pipocas e outros produtos industrializados”, alerta Maria Edna, dando conta que a escola sempre oferece comidas saudáveis e com a persistência a criança termina por ceder e passa a ter bons hábitos alimentares.

Como resultado da má alimentação, a coordenadora prevê que já exista pelo menos 20% de crianças com sinais de obesidade, o que ainda pode ser revertido, com o auxílio das famílias ao inserir boa alimentação.

Ainda de acordo com os organizadores do evento, as famílias têm demonstrado interesse em participar das campanhas voltadas para alimentação, e por isto está sendo articulada a realização de uma semana voltada para o assunto, que deverá ser inserida no calendário da educação municipal.

“A tendência mundial é a obesidade que vem substituindo a desnutrição. Isto é um resultado evidente do comportamento físico e alimentar adotado pelas famílias. Por isso, é preciso trabalhar a orientação no âmbito familiar e não apenas na escola”, simplifica a nutricionista Elisângela Silva.

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