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Funcionários da Vale e populares cobram melhorias na Estrada de Acesso ao Salobo

Através do WhatsApp do Portal Pebinha de Açúcar, moradores da zona rural de Parauapebas e funcionários da mineradora Vale e de suas terceirizadas que trabalham no Projeto Salobo e que diariamente trafegam pela Estrada de Acesso ao Salobo, na zona rural do município, entraram em contato com nossa equipe de reportagem e denunciaram a atual situação caótica em que se encontra a importante via, que além de ser usada pelos trabalhadores da área mineral, é um importante meio de escoamento dos produtos agrícolas produzidos pelos colonos da cidade.

Pavimentada pela mineradora Vale, a estrada de Acesso ao Salobo corta região da colônia Paulo Fonteles, Apa, Santa Cruz, iniciando pelas proximidades Palmares I, numa extensão aproximada de 90 quilômetros.
A qualidade do asfalto não é questionável, porém, como pela via passam diariamente centenas de veículos de grande porte, usados para o escoamento de minérios, a mesma ficou sem manutenção e vários buracos foram formados ao longo da estrada.


De acordo com um funcionário da mineradora Vale que nos cedeu as fotos que estão sendo publicadas nesta matéria “está passando da hora da Vale tomar providências e iniciar uma operação para que os buracos na estrada sejam tapados, afinal, milhares de pessoas que trafegam diariamente pelo local correm risco de morte”, relatou o denunciante que não quis se identificar com meto de ser prejudicado em seu emprego.

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Por sua vez, o produtor rural Antonio Barbosa Soares, morador da Vila Paulo Fonteles, afirmou à nossa equipe de reportagem que na época em que mineradora Vale asfaltou a Estrada de Acesso ao Salobo, todos os moradores da região ficaram orgulhosos com a grande obra, “porém, infelizmente a direção da Vale parece que esqueceu da estrada e há muito tempo não faz se quer manutenção na via, deixando nossas vidas e de nossos familiares em risco. Se continuar assim, seremos obrigados a pensar em uma manifestação para chamar a atenção da diretoria da Vale”, destacou Antonio.

Sobre o projeto
Salobo é o segundo projeto Green Field desenvolvido pela Vale no Brasil e tem capacidade nominal estimada de 100 mil toneladas anuais de cobre em concentrado.
O Salobo iniciou o ramp-up com suas duas linhas de produção operando desde junho de 2012, e envolve a operação integrada de lavra a céu aberto, beneficiamento, transporte e embarque. O escoamento da produção é feito por rodovia, da mina até terminal ferroviário existente da Vale em Parauapebas, de onde é transportada pela Estrada de Ferro Carajás até o terminal marítimo de Ponta da Madeira (MA).
Os investimentos totalizarão US$ 2,507 bilhões em Salobo. Simultaneamente, a Vale já investe em sua expansão – Salobo II – que entrará em operação no primeiro semestre de 2014 com capex esperado de US$ 1,707 bilhões, aumentando a capacidade de produção para 200 mil toneladas anuais de cobre em concentrado. As reservas de Salobo englobam 1,112 bilhões de toneladas provadas e prováveis, com teor médio de 0,69% de cobre e 0,43 gramas de ouro por tonelada.

Reportagem: Bariloche Silva – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar
Fotos: Enviadas pelo WhatsApp do Portal Pebinha de Açúcar (94) 8134-2558

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