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Gaeco volta à Parauapebas, e busca envolvimento de empresa em contratos em Pacajá

Gaeco volta à Parauapebas, e busca envolvimento de empresa em contratos em Pacajá
Foto: Déo Martins / Infopebas

Mais uma vez o município de Parauapebas recebe a ‘visita’ agentes que fazem parte do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), órgão ligado ao Ministério Público Estadual do Pará.

De acordo com as primeiras informações obtidas pela equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar, os agentes logo cedo, na manhã desta terça-feira (21), se deslocaram para o escritório da empresa Geotop, que fica localizado na Avenida Redenção, 38, PA-160, KM 08 – Loteamento Linha Verde e continuavam por lá até o fechamento desta matéria.

As informações sobre o motivo da ‘visita’ ainda são poucas, tendo em vista que nenhuma autoridade responsável pela operação conversou com profissionais de imprensa até o momento.

Nossa equipe de reportagens continuará de plantão até que alguma autoridade se pronuncie sobre o caso, além dos empresários responsáveis pela Geotop.
Confira mais detalhes a qualquer momento em nosso site.

ATUALIZAÇÃO: 11H40

O Portal Pebinha de Açúcar teve acesso aos dados da operação que está sendo desenvolvida pelo Gaeco volta à Parauapebas, desta vez para buscar envolvimento de empresa local em contratos com prefeitura de PacajáAECO em Pacajá, Belém e Parauapebas, confira abaixo:

O Ministério Público do Estado do Pará, por meio do Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa e Corrupção (NCIC) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, deflagrou na manhã de hoje (21) a Operação “Camisa de Força” para combater fraudes em licitações na Prefeitura de Pacajá.

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em 23 alvos, entre eles a sede do executivo municipal de Pacajá, casa do prefeito, secretarias municipais (transportes e administração), residências e empresas.

Equipes compostas por promotores de Justiça, servidores e policiais militares estão atuando em Belém e Parauapebas em residências e escritórios de contabilidade.

O nome “Camisa de Força” foi escolhido para a operação devido o prefeito Antônio Mares Pereira ser conhecido como “Tonico Doido”.

Participam da Operação “Camisa de Força” o procurador de Justiça Nelson Medrado (NCIC) e os promotores de Justiça Milton Menezes (Gaeco), Sabrina Daibes (Gaeco), Luis Alberto Presotto (Pacajá), Francisca Suênia Sá (Tucuruí), Adriana Passos (Tucuruí), Amanda Lobato (Tucuruí), Francisco Charles Teixeira (Breu Branco), Guilherme Carvalho (Parauapebas), Carlos Alberto Lopes (Novo Repartimento), Sávio Ramon Silva (Jacundá).

As pessoas que tiveram mandado de busca e apreensão deferido pela Justiça são: Antônio Mares Pereira, Anderson de Sousa Pereira, Anfrisio Augusto Nery da Costa, Cleber de Sousa Neves (secretário municipal de transportes), Telvina Madalena Noronha (secretária de administração), Dernival da Silva Lima (professor municipal), Demerval de Oliveira Lima Filho (chefe de gabinete do prefeito), Edvan Sousa Oliveira (tesoureiro da prefeitura), Maria Leonice Carvalho Bento (ex-diretora de compras da prefeitura).

As empresas investigadas pela operação e alvo de busca e apreensão são: BM Veículos, Posto Panorama, JK Construções, JC Construtora, Sobral Construção e Transporte, Auto Posto Bless, Geotop Serviços Topográficos Ltda, Mixx-Sell Comercial Ltda, Construtora Amazônia, Esquadra Construções e Auto Mecânica e Reformadora Turbo.

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Com informações do Ministério Público do Estado do Pará

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