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Inclusão Digital é realidade nas escolas da rede municipal de ensino

Com o objetivo de promover amplamente a inclusão digital nas escolas públicas da rede municipal de ensino e, assim, democratizar o acesso e a utilização das tecnologias no processo de construção do conhecimento e na melhoria da qualidade da educação, o governo municipal, por meio da Secretaria de Educação (Semed), tem investido no uso das novas tecnologias.
Desde o primeiro semestre de 2014, as escolas de ensino fundamental que ainda não possuíam laboratório de informática passaram a contar com uma sala equipada com, no mínimo, 21 computadores novos e modernos. As unidades educacionais que já o possuíam, mas com quantidade insuficiente, também receberam reforço. A internet chegou a 100% das unidades educacionais, inclusive às escolas da zona rural.

Segundo a secretária municipal de Educação, Juliana de Souza, os investimentos que foram feitos nos laboratórios de informática trazem benefícios à rede municipal. “Os computadores e a internet são ferramentas de apoio que facilitam o trabalho do professor e a aprendizagem do aluno, abrindo espaço para o desenvolvimento de novas habilidades e capacidades cognitivas”, afirma Juliana de Souza.
Para melhorar o aproveitamento de toda essa tecnologia, a Semed conta com o Setor de Informática Educacional, departamento responsável por gerir o trabalho desenvolvido pelos professores dentro dos laboratórios. “O conteúdo trabalhado nos laboratórios de informática são os mesmos propostos para a sala de aula. O grande diferencial é a forma com que esse conteúdo é trabalhado. Geralmente, utilizamos softwares livres, aqueles que permitem ao aluno aprender de forma lúdica. O acesso à pesquisa na internet também é outro facilitador”, explica Kelly Emanuelle do Nascimento, responsável pelo Setor de Informática Educacional.


Kelly Nascimento ressalta a importância da capacitação oferecida aos profissionais que atuam diretamente nos laboratórios, auxiliando os professores durante as aulas. “Constantemente, realizamos oficinas tecnológicas, oferecendo, no mínimo, 40 horas de formação e ficamos à disposição para dar qualquer suporte em termo de ensino e aprendizagem voltados para as TICs [Tecnologias de Informação e Comunicação]. Essas ações fazem com que os professores dos laboratórios de informática estejam aptos a usar as tecnologias digitais em favor da aprendizagem dos alunos.”

ALUNOS APROVAM ENSINO TECNOLÓGICO
“Esse espaço faz com que a aula se torne mais atrativa para o aluno, pois ele substitui o lápis e o caderno pelo teclado. A internet se torna um mundo novo, de possibilidades. Aqui, as tarefas propostas são executadas de forma mais interessada e rápida. O aprendizado também ocorre de forma diferenciada”, assegura Elicleude Barros Bandeira, professora do 3º ano da Escola Novo Horizonte.
Milena de Cássia Lima, 9 anos, aluna de Elicleude Bandeira, reforça o que a professora destacou. “No laboratório, fazemos uso de muitos programas interessantes, sobre todas as disciplinas. Um que gosto muito é o HagáQuê [editor de histórias em quadrinho]. Com auxílio dele, solto minha imaginação e crio histórias com muitas imagens. Depois que comecei a usar, acho que já escrevo bem melhor”, revela a estudante, ao exibir mais uma história em quadrinho de sua autoria.

Uma das professoras de informática da Escola Novo Horizonte é Cleide Silva Nascimento, que atende alunos dos 1º e 2º ciclos, inclusive a turma de Milena Lima. Segundo Cleide, um dos programas mais utilizados durante as aulas de Português é justamente o HagáQuê. “É um programa que ajuda muito os estudantes a melhorar a leitura e a produção textual, porque, além de escrever, eles leem as produções para os colegas e professores”, informa Cleide Nascimento. A educadora afirma que, dos programas que trabalham a Matemática, o preferido entre os alunos são os jogos educativos.

Reportagem e fotos: Messania Cardoso

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