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Mais inflação e menos crescimento econômico é a realidade brasileira que atinge Parauapebas

O preço da cesta básica vem assustando muita gente na hora de fazer as compras, com impostos cada vez mais altos. Houve um crescimento significativo, principalmente nos itens de consumo não durável.

De acordo com a Administradora de Compras e Controle de Estoque de uma rede de supermercados de Parauapebas, Ana de Souza, as verduras e frutas foram os itens que mais aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado e que essa alta nos preços é justifica pelos impostos pagos devido a demanda das compras serem feitas no Ceasa de Anápolis e no custo do transporte de carga. “Há ofertas em grande escala, mas o preço continua muito alto, isso é resultado de uma crise mundial que não depende apenas do município que vivemos”, justificou.


Ainda segundo Ana, é necessária que a produção de hortifrúti na região seja produzida em larga escala de tal maneira que a oferta seja maior que a procura para baratear os custos sob o produto e todos saírem ganhando, tanto que compra como quem vende.
O setor farmacêutico já aumentou os preços dos medicamentos há alguns meses, o reajuste ficou em torno 5% mais caro comparado a 2013, principalmente para quem precisa de antibióticos.

As regras para reajuste valem para perto de 24 mil itens. Medicamentos de alta concorrência no mercado, fitoterápicos e homeopáticos não estão sujeitos aos valores determinados pela CMED (Câmara de Regulação de Medicamentos), sendo que seus preços podem variar de acordo com a determinação do fabricante.
Segundos os empresários do ramo, desde novembro que não havia um aumento significativo no setor e os preços não assustavam os pacientes que precisam de remédio de uso continuo.

Pelo menos em Parauapebas, o preço das roupas e calçados não assustaram muito os consumidores. Alguns empresários não sentiram a inflação chegar. “Vários clientes entram na loja e pensam que o preço baixou, mas na verdade não houve mudança nenhuma, os preços se mantiveram com a mesma média do ano passado. Acho que isso se atribui a coleção de verão que normalmente é um tecido mais fino e mais em conta para o mercado têxtil”, comemora Luiza Moraes, proprietária de uma boutique na cidade.

Reportagem e foto: Natália Rosa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar
Foto: Arquivo

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