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Moradores reclamam de rachaduras em apartamentos e temem tragédia no Alto Bonito

Rachaduras por várias paredes têm tirado o sono de muitos moradores do Residencial Alto Bonito, em Parauapebas. Ali, segundo os populares, em diversos blocos são nítidas as rachaduras, o que os deixam temerosos de um possível desabamento dos prédios, que se de fato acontecer, causará grandes danos e até a morte de muitas pessoas.

De acordo com moradores, várias vezes foram acionados os responsáveis através conjunto habitacional através da Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB), para que seja averiguado a situação e, se necessário, a interdição procedendo a evacuação dos blocos comprometidos até que os mesmos sejam recuperados.


Mas como a solução dos problemas não chegou, na manhã desta quinta-feira (16), em ato pacífico, vários moradores se manifestaram na Rodovia PA-160, próximo ao Residencial Alto Bonito, onde procederam a interdição da via nos dois sentidos.

O objetivo, segundo os manifestantes, era chamar a atenção das autoridades para que o caso seja resolvido e suas famílias sejam tiradas do perigo com o qual convivem. “Nossa reivindicação é que representantes da Caixa Econômica Federal compareçam aqui para tratar desse assunto. O caso aqui está ficando muito sério, pois, tem paredes em que já se podem ver do outro lado e eles falam que é apenas uma fissura”, explica Kenedy Modesto, dando por certo que os moradores querem sair dos blocos (4, 7, 10, 11, 15, 19 e 22) em que se apresentaram o problema. Os moradores apresentam ainda outras pautas de reivindicação, principalmente na área de segurança pública, educação e saúde.

 

Assim, por volta das 10h00, o secretário municipal de Habitação, João Eduardo Fontana, recebeu em reunião no Centro Comunitário, localizado no Residencial Alto Bonito, representantes das associações que representam os moradores daquele logradouro para explicar a tomada de decisões que venham resolver o problema.

Após a reunião, João Fontana conversou com todos os manifestantes que, na porta do Centro Comunitário, ouviu deles os planos para chegar a uma solução. De acordo com o secretário, a responsabilidade de problemas como das rachaduras é da Caixa Econômica Federal, que deverá cobrar da empresa construtora as deficiências da obra. “Já encaminhamos ofício à administração da Caixa Econômica e estamos aguardando que enviem técnicos para vistoriar os apartamentos. Tão logo saia o laudo, a SEHAB se manifestará em relação às medidas emergenciais que serão tomadas em favor dos moradores para que nenhuma família seja exposta ao risco de um possível desabamento”, explicou João Fontana.

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