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Quadrilha que aplicava “Golpe da Caixa Econômica” é presa em Parauapebas

Na manhã de sexta-feira (21), os investigadores de Polícia Civil Fábio e Rosivaldo prenderam três pessoas acusadas de aplicar o “golpe da Caixa Econômica”. A Polícia chegou ao trio depois de denúncias de pelo menos 10 vítimas que teriam caído no golpe em Parauapebas.

Com base nas informações os policiais colocaram as mãos em Antenor Francisco da Silva, 64 anos, Leilson Rocha Cerejo, 47, e Regina da Silva Lima, 33 anos, esposa de Antenor, ambos foram presos na residência do casal no bairro Nova Vida.

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A partir de diligência e averiguação da forma de agir da quadrilha, a Polícia descobriu que os acusados agiam persuadindo as vítimas a entregarem o valor de R$ 376,00 em dinheiro e alguns documentos para que eles realizassem um cadastro na Caixa Econômica Federal, que seria facilitado por uma advogada de pré-nome Kelly. Depois que eles adquiriam o dinheiro e prometiam a casa devidamente construída e legalizada, pediam para a vítima aguardar o telefonema com a confirmação da transação.

Segundo o diretor da 20ª Seccional da Polícia Civil de Parauapebas, Rodrigo Paggi, “as vítimas suspeitaram desta situação, procuraram uma unidade policial e nós averiguamos se tratar de uma fraude estelionato. Então, mediante a conversa enganosa, eles conseguiram fazer com que as vítimas voluntariamente entregassem essa quantia em dinheiro, prometiam uma recompensa, no caso, a casa que nunca existiu”, relatou.

O Delegado Rodrigo Paggi ainda afirmou que se outras vítimas também foram enganadas por um dos três acusados nesse golpe, é necessário que elas procurem a unidade policial para prestar depoimento, pois, há possibilidade de viabilizar a restituição dos objetos que foram indevidamente adquiridos pela quadrilha. “Nós fizemos uma diligência na residência dos mesmos e encontramos vasta documentação que eles haviam pegado das vítimas como cadastros, xerox de identidades e diversas documentações. E nessas circunstâncias foram devidamente autuados”.

Os acusados alegaram inocência e disseram não ter nada haver com os documentos encontrados em baixo da cama na residência do casal.

Reportagem e fotos: Caetano Silva – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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