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Quarta revolução industrial é tema de palestra na Câmara Municipal

Um evento para todos com o intuito de conhecer mais a respeito da tecnologia robótica, com o objetivo de buscar competitividade e produtividade e a migração para indústria 4.0.

O ato, organizado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Instituto Avançado de Robótica, aconteceu por volta das 19 horas da última quinta-feira (20) no auditório da Câmara Municipal de Parauapebas, quando foi ministrada palestra pelo professor-mestre em Ciências, Rogério Vitalli.


De acordo com o professor Ádnei Marinho, representante da Ufra, a universidade decidiu trazer a palestra devido à presença do novo momento na revolução industrial, trazendo consigo automação, internet e tudo o que diz respeito ao ser humano, desde o trabalho mais prosaico até as coisas mais sofisticadas.

“Se engana muito quem pensa que robótica é um assunto dos grandes especialistas e das grandes montadoras e empresas de tecnologias. A robótica, a automação e a indústria 4.0 dizem respeito a todas as coisas, inclusive à produção, à administração, à zootecnia e ao trabalho no campo”, avaliou Ádnei Marinho, acrescentando que tudo isto traz crescimento e desenvolvimento para a região, ao avançar mais na manufatura, agregando valor aos nossos produtos.

Rogério Vitalli vem trazendo conhecimento a respeito da indústria 4.0, abordando nem só a área de robótica, como novas profissões que estão surgindo dentro do contesto chamado de “a quarta revolução industrial”.

“Explanei os 10 pilares de forma apropriada, mostrando que não existe tecnologia sem pessoas. Por isso, precisamos usar isto a nosso favor, para criar valor agregado e toda cadeia produtiva, ajudando regiões de todos os tipos”, explicou o palestrante.

Outro importante ponto que foi tratado na palestra é a adequação da manutenção das vagas de empregos com a chegada da tecnologia nas indústrias, já que, segundo Rogério, o mesmo equipamento que subtrai 10 postos de trabalho gera outros 20. Assim, ele mensura que, desde que as pessoas se qualifiquem, as máquinas não são ameaças para os profissionais atuais.

“Já é assim em países desenvolvidos que vivem a quarta revolução industrial em toda sua plenitude e será também aqui no Brasil, onde ainda estamos ensaiando para entrar na segunda revolução”, conclui Rogério Vitalli.

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