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Secretaria de Saúde estabelece plano de contingência de combate à dengue e febre chikungunya

Febre, mal-estar, dor no corpo e dor de garganta são sintomas comuns da dengue, mas desde o início deste ano outra doença que apresenta as mesmas características chegou ao Brasil, a febre chikungunya.

O Departamento de Vigilância em Saúde (Visa), vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), já se antecipou à possível chegada desse mal a Parauapebas, com a criação de um plano de contingência.


Como parte das medidas para o combate à dengue e à febre chikungunya, a Visa está realizando o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa). O objetivo é identificar as larvas dos mosquitos aedes aegypti e aedes albopictus nos locais onde estão os focos e os depósitos de água onde foi encontrado o maior número de focos de mosquito.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental, Nubia Lima, Parauapebas está se antecipando para evitar a chegada da doença ao município com a implementação do plano de contingência, que prevê ações nas áreas de ampliação de serviços, treinamento e qualificação da equipe de saúde, e ações de comunicação e mobilização com a comunidade, bem como prevenção e identificação de casos. “O plano já foi aprovado pelo Ministério da Saúde e já começamos sua execução”, garantiu.

Dados do Ministério da Saúde revelam que a febre chikungunya é provocada pela picada do mesmo mosquito transmissor da dengue, o aedes aegypti, e o aedes albopictus. No Brasil, mais de 300 casos já foram confirmados, sendo que a maioria está na Bahia. Recentemente, vários casos também foram confirmados em Minas Gerais.

Além dos sintomas comuns à dengue, a chikungunya pode evoluir para dores nas juntas e articulações. “As dores podem ser tão fortes que chegam a impedir os movimentos, causando artrite que pode continuar ativa por muito tempo”, explicou a coordenadora.

A Semsa esclarece que o apoio da comunidade no combate a essas doenças em ações para evitar o acúmulo de água em superfícies que o mosquito possa se proliferar é indispensável.

Em caso de suspeita de dengue, não é aconselhável a pessoa se automedicar. A orientação é que o paciente procure imediatamente a unidade de saúde mais próxima de sua residência.

Reportagem: Anderson George
Foto: Anderson Souza

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