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Simão Jatene supera Helder e é reeleito governador do Pará

De acordo com os dados da apuração, divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, Jatene foi a opção de mais da metade da população paraense, atingindo cerca de 51,92% dos votos válidos, contra 48,08% obtidos pelo candidato Helder Barbalho (PMDB), que havia vencido no primeiro turno. O número de abstenções chegou a 25,22%, cerca de 4% a mais que o registrado no 1º turno, o que representa mais de 1 milhão e 300 mil eleitores.

As eleições no Estado foram acirradas. No primeiro turno, a diferença de votos entre os candidatos foi de um pouco mais de 50 mil votos. Helder Barbalho encerrou o turno em primeiro, seguido por Simão Jatene (PSDB) e Marco Carrera (PSOL).


Números
A totalização dos votos no Pará ocorreu por volta das 21h30 (horário local). Simão Jatene obteve 1.858.869 milhão de votos contra 1.721.479, uma diferença de 137.390 mil votos, mais que o dobro da diferença entre os dois candidatos no primeiro turno.

Dos mais de 5 milhões de eleitores aptos ao voto, 1.308.042 milhão não compareceram para votar, abstenção equivalente a cerca de 25%, número considerado altíssimo pelo TRE-Pará. ‘Consideramos que pelo menos dois fatores possam ter contribuído para este número alto de abstenções no Pará. O primeiro pelo feriado prolongado, já que nesta segunda-feira é Recírio, e pelo desgaste normal que há em relação às eleições quando é necessária a realização do segundo turno’, comentou Leonardo Tavares, desembargador do TRE Pará.

Sobre Jatene
Reeleito ao cargo de governador do Pará pelo PSBD, Simão Jatene nasceu em 1949, em Belém, e é formado em Economia pela Universidade Federal do Pará (UFPA), com mestrado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Participou da fundação do PSDB em 1988 e foi secretário de Estado de Planejamento durante os governos de Jader Barbalho, entre os anos de 1983 e 1985, e de Almir Gabriel, entre 1995 e 1998.
Disputou um cargo eletivo pela primeira vez em 2002, quando foi eleito governador do Estado. Ficou no cargo durante um mandato, voltando a ocupar o governo ao vencer o pleito de 2010.

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