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SINTESE: A consciência ambiental tem que prevalecer

Ouvimos falar praticamente todos os dias em meio ambiente que chega ser um assunto enjoado por ser repetitivo (não é o caso da região), mesmo sendo um assunto tão ignorado é salutar e de vital importância para nossa sobrevivência. Muitos tiram proveito disso não pensando realmente no meio e sim em lucro. O bem ambiental é um conceito fácil de ser entendido e se conseguirmos equilibrar nossas ações garantiremos nossa existência, literalmente.

Mas precisamos realmente se preocupar?


O fato é que todos nós, como seres vivos, precisamos de condições mínimas para viver. Necessitamos de condições adequadas e saudáveis no nosso dia a dia, tais como ar puro, água potável em quantidade suficiente para saciar a sede e para nossa higiene pessoal. Precisamos de um ambiente saudável, limpo e com saneamento adequado. Todos nós gostamos de viver numa sociedade limpa e arborizada, com segurança e equipamento para o lazer. Ou seja, queremos viver com qualidade.

Antigamente consideravam que os recursos ambientais era ilimitados, inesgotáveis. O conceito era que podíamos usar o que quiséssemos do nosso mundo e que os recursos eram permanentes renovados. A ciência e os fatos se encarregaram de mostrar que não é bem assim. Inúmeras espécies foram extintas, florestas foram devastadas, a poluição está praticamente em todos os lugares e o ar que respiramos está “comprometido”. A tecnologia vem ajudando bastante, mas esse processo evolutivo também traz impactos ambientais até por quê muito do que foi desenvolvido foi feito na teoria do que nosso ambiente é ilimitado, isso está se revertendo, a preocupação está maior, a necessidade da preservação está sendo um fator primordial no mundo da produção tecnológica. No entanto o que mais intriga são os fatores básicos e pessoais que estão destruindo o ambiente de convivência.

Se não adotarmos uma postura de preocupação com nosso habitat, darmos para nós mesmo uma alternativa de melhora, cobrarmos efetividade dos órgãos competentes. Não podemos questionar o meio ambiente ruim que temos.

Por: Jorge Clésio, Acadêmico de Eng. De Produção

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