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Sistema de Segurança intensifica a apreensão de entorpecentes em todo o Pará

A quantidade de drogas apreendidas em 2018 no Estado do Pará, pela Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), já está atingindo o total apreendido em 2017, quando o Sistema de Segurança Pública retirou de circulação duas toneladas de entorpecentes. Até outubro deste ano, o volume apreendido atingiu 1 tonelada e 300 quilos.

O tipo de droga também é variado. Em 2017 foi aprendida uma quantidade maior de cocaína, enquanto em 2018 a maior quantidade, até agora, é de da maconha conhecida como “skunk”, oriunda do Paraguai, que entra no Brasil pela fronteira com a Colômbia. O “skunk” é uma droga mais cara, já que a maconha comum custa R$ 400,00 o quilo, e o a droga que vem do Paraguai custa R$ 8 mil o kg.


O diretor da Denarc, delegado Hennison Jacob, informa que a maior parte das apreensões em 2017 ocorreu no município de Ponta de Pedras, no Arquipélago do Marajó; em Santarém, no Baixo Amazonas, e em Marabá, no sudeste paraense. “A gente não deixa a droga chegar à RMB (Região Metropolitana de Belém), pois aqui ela é facilmente pulverizada e distribuída. A gente tenta apreender na entrada da droga no Estado, especialmente nos municípios que fazem limite com outros, como o Amazonas”, acrescenta.

Incineração – No último dia 8 de novembro, a Polícia Civil incinerou 600 quilos de drogas apreendidas ao longo do ano, em Belém e no interior do Estado, durante operações realizadas pelo Sistema de Segurança Pública do Pará. Do total destruído, 400 quilos eram de maconha e 200, de cocaína.

Segundo Hennison Jacob, há mais drogas apreendidas aguardando autorização judicial para serem jogadas nos fornos.

A Denarc do Pará é a primeira unidade no norte do Brasil com atuação no combate ao crime organizado e suporte à repressão ao tráfico de drogas. Segundo o delegado Hennison Jacob, com a criação da Denarc, há dois anos, o combate passou a atuar em várias frentes.

“A equipe aumentou. Antes eram apenas dois delegados, e hoje estamos trabalhando com quatro. Antes nós tínhamos apenas 15 investigadores, e agora trabalhamos com 25 agentes e mais cinco escrivães. O número de viaturas também aumentou. Enfim, nós podemos atuar em várias frentes, e em todo o Estado do Pará, o que antes se restringia apenas à Região Metropolitana de Belém”, afirma o delegado.

 

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