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Canaã dos Carajás

Trem atropela vacas em Canaã e Vale emite nota de esclarecimento

Fotos: Fábio Maques

Durante a noite desta segunda-feira (06), a Assessoria de Comunicação da mineradora Vale encaminhou ao Portal Pebinha de Açúcar uma nota de esclarecimento sobre o atropelamento de bois e bezerros ocorrido em Canaã dos Carajás, veja abaixo:

“Sobre o atropelamento de bovinos em Canaã dos Carajás, a mineradora Vale esclarece que o fato ocorreu em trecho do ramal ferroviário dentro da propriedade da Vale. A área faz limite também com a fazenda do senhor Jorge Martins. Ao contrário do que vem sendo divulgado pelo fazendeiro, foram construídas cercas na divisa entre o imóvel da Vale e em trecho da ferrovia que corta a propriedade do senhor Jorge. Entretanto, apesar de todo o diálogo mantido com o fazendeiro, as cercas do imóvel foram quebradas cinco vezes, conforme Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia de Canaã dos Carajás”.

Atropelamento dos bovinos ocorreu dentro da propriedade da Vale, segundo a mineradora

“Em relação à ocorrência do dia 27, a Vale informa que está acompanhando o caso de perto e aguarda a apuração dos fatos, para adoção das medidas judiciais cabíveis. A Vale solicitou também uma sindicância administrativa da Prosegur para apuração detalhada dos fatos e requereu o afastamento dos seguranças para que possam ficar à disposição das autoridades competentes com a finalidade de contribuir para a conclusão da investigação.

Além dos BOs, a empresa informa também que corre na Justiça de Canaã, processo em que a Vale cita as constantes tentativas de invasão do fazendeiro com a quebra de cerca, a colocação de colchetes na cerca Vale e uso de trator e herbicida em área destinada a reflorestamento, causando dano ambiental na vegetação. Além disso, foi pago a ele, a título de indenização e renda o valor de R$ 450 mil pela área de servidão onde passa um trecho do Ramal Ferroviário, tudo devidamente acordado entre as partes e homologado judicialmente”.

Sobre o ocorrido

“Na última segunda-feira (27/02), um grupo liderado pelo proprietário de fazenda da região, Jorge Martins dos Santos, tentava construir uma cerca a 2,2 quilômetros além do limite da sua fazenda, ou seja, invadindo área de propriedade privada, o que configura crime de esbulho possessório. A equipe contratada de segurança patrimonial abordou o grupo pacificamente (como mostra foto anexada), buscando o diálogo como princípio básico na solução de conflitos, como é a atuação da Vale e orientação para as suas empresas contratadas. Porém, foi surpreendida com agressão física do Sr. Thiago (filho do Sr. Jorge) a um dos vigilantes, disferindo um soco que atingiu o nariz do prestador de serviço. Neste momento, os seguranças, em legítima defesa e utilizando-se do direito de desforço imediato, contiveram a agressão e a continuidade da invasão do imóvel. Cabe ressaltar que invasão de propriedade privada é crime, sujeito à medidas judiciais e prisão. O desforço imediato é um direito do possuidor em fazer uso da própria força, desde que imediata, para restituição da posse conforme consta estabelecido no Código Civil”.

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