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Vale reúne profissionais de imprensa e apresenta resultados do primeiro trimestre de 2018 em Parauapebas

Foi um encontro onde diretores dos principais veículos de comunicação de Parauapebas, após receber o balanço trimestral (de janeiro a março de 2018), puderam fazer perguntas e tecer comentários em uma rodada de conversas um tanto esclarecedora.

Entre os principais questionamentos estão as demissões de trabalhadores com vários tempos de serviços para o ingresso de jovens na oportunidade conhecida como trainee, percentual de contratados de trabalhadores de Parauapebas, relação com o comércio local, tempo de vida útil da mina de Carajás, criação de novas alternativas econômicas, prejuízo com a paralisação da ferrovia e o erro na previsão feita pela Vale no Diagnóstico Socioeconômico.


Todas as perguntas foram respondidas pelos executivos da mineradora, diretor Antônio Padovezi e pelo gerente-executivo de Sustentabilidade, João Coral, que destacaram o aumento na arrecadação da CFEM no período, que totalizou mais de R$ 30 milhões; os volumes de compras locais e de massa salarial, um montante superior a R$ 100 milhões; e os investimentos socioambientais. Fatores que contribuem para o desenvolvimento do município.

As oportunidades abertas também foram destaque no encontro com a imprensa. Serão mais de 600 vagas ainda esse ano pelos programas Porta de Entrada, iniciativa que irá garantir oportunidade de estágio para estudantes de cursos técnicos, com a oferta de 95 vagas já para os próximos dias. O número faz parte de um total de 720 vagas, que serão ofertadas ainda esse ano, envolvendo também os outros programas: Trainee, Jovem Aprendiz e Estágio de nível superior. No primeiro trimestre foi iniciada turma com 116 jovens aprendizes e na semana passada, foi encerrada a seleção para 50 vagas de trainee, que serão capacitados em operação de mina.

Ainda de acordo com os executivos, atualmente, a empresa emprega 14 mil pessoas em Parauapebas. Em virtude dos empregos, a massa salarial que circula também em Parauapebas chega a mais de R$ 100 milhões por mês. O volume de compras locais, no primeiro trimestre, foi de R$ 331 milhões em produtos e serviços adquiridos de empresas com matriz e filial no município.

As operações da Vale em Parauapebas geraram em CFEM (Compensação Financeira pela Exploração Mineral) no primeiro trimestre de 2018, o total de R$ 132 milhões. O montante equivale a R$ 30 milhões a mais que os três primeiros meses de 2017. A CFEM é distribuída, entre outros, para o Governo Federal, Estadual e Municipal. Deste total, de janeiro a março deste ano, foram recolhidos ao município R$ 79 milhões. Já de Imposto sobre Serviços (ISS) foram recebidos da Vale, R$ 9,7 milhões.

Ao considerar todas as operações da Vale, foi gerado ao Estado, no mesmo período, R$ 395 milhões em tributos e compensação, que incluem CFEM, ICMS e Taxa Estadual de Controle e Fiscalização das Atividades de Exploração de Recursos Minerários (TFRM).

 

No âmbito social, entre outros pontos, foi apresentado o convênio de R$ 10 milhões assinado com a Prefeitura, em março. Deste total, R$ 7 milhões em contrapartida pelas obras do Ramal Ferroviário. Os recursos serão aplicados no Sine, em serviços de assistência social, meio ambiente e na proteção à infância e à juventude. Os demais R$ 3 milhões foram destinados para construção de escola, que atenderá a 1.500 alunos no Bairro Tropical.

Sobre as ações para preservação ambiental, foi destacado o fato da empresa ocupar apenas 1,4% do conjunto de unidades de conservação de Carajás. A empresa investe mais de R$ 20 milhões anualmente para a preservação de 765 mil hectares de Floresta Amazônica, o equivalente a 765 mil campos de futebol, em apoio ao Instituto Chico Mendes de Conservação (ICMBio).

Reportagem: Francesco Costa / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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