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Segue desaparecido homem que despencou de ponte com moto no Rio Parauapebas

Um homem identificado como Josiel Gomes de Oliveira, de 42 anos de idade segue desaparecido nas águas do Rio Parauapebas, na “Capital do Minério”, após despencar de uma ponte que fica localizada nas proximidades do City Park Tênis Clube por volta das 18h00 do último domingo (28).

De acordo com informações obtidas pela equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar, a vítima acabou se desequilibrando ao passar por um quebra-molas que se encontrava sem sinalização, vindo a despencar da ponte junto com a motocicleta que pilotava.

Na manhã desta segunda-feira (29), homens do 23º Grupamento Bombeiro Militar se mobilizaram e iniciaram as buscas para tentar encontrar Josiel Gomes de Oliveira, porém, até o fechamento desta matéria, não obtiveram sucesso.

Como o Corpo de Bombeiros de Parauapebas não conta com equipamentos e equipes de mergulhadores especiais para atuar em casos como este, um reforço de Belém do Pará foi solicitado para que as buscas sejam intensificadas.

Foto de documento da vítima

PARAUAPEBAS: Obra da nova sede da Escola Cora Coralina já está com 95% de execução concluída

As famílias que residem nos bairros Vale Sol e Tropical receberão em breve a nova sede da Escola de Ensino Infantil (EMEI) Cora Coralina. Executada pela Prefeitura de Parauapebas, por meio do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap), a obra já cumpriu 95% do seu cronograma e está prevista para ser entregue à Secretaria Municipal de Educação (Semed) no próximo mês de maio.

“Para além das 250 unidades habitacionais e da reforma e ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), agora estamos finalizando mais essa obra importante para as famílias que moram no Vale do Sol. Tudo isso como parte da nossa política de atenção às famílias reassentadas em razão das intervenções de obras”, destaca Cleverland Carvalho, coordenador de Projetos Especiais, Captação de Recursos e Gestão de Convênios da prefeitura, à frente do Prosap, informando que as famílias serão beneficiadas, ainda, com a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) Tropical, também executada pelo programa de saneamento.

Obra

Visando acolher e atender da melhor maneira possível todas as crianças, a instituição de ensino conta com um total de 15 salas de aulas, brinquedoteca, parque infantil, salas multifuncionais, sala de cultura digital, refeitório e cozinha industrial com estrutura completa.

O espaço também conta com enfermaria, sala de reunião, bloco administrativo completo, pátio central coberto, auditório, depósito, sala de professores e guarita, divididos entre o térreo e andar superior, e conta com um total de 13 banheiros.

Segundo o secretário de educação, José Leal Nunes, a nova unidade educacional beneficiará crianças de todo o complexo tropical. “Estou muito feliz em ver o avanço da obra e, em breve, vamos recebê-la, mobiliá-la e deixar tudo pronto para entregar à comunidade. Serão mais de 700 estudantes do Vale do Sol e do entorno atendidos com um prédio novo que oferecerá muito conforto para a comunidade escolar”, destaca o gestor.

 Acessibilidade

Seguindo o padrão das obras executadas pelo Prosap, os espaços da EMEI Cora Coralina também serão adaptados para receber crianças que possuam algum tipo de deficiência (PcD), alinhado com o que determina o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Nº 13.146/2015).

“A escola conta com espaços adaptáveis para receber essas crianças que, por ventura, possuam alguma deficiência, contribuindo assim, com o desenvolvimento dessas crianças”, explica o engenheiro civil do Prosap, Thiago Batista. Ele explica, ainda, que dos 13 banheiros que a escola possui, seis são para PcD (sendo quatro infantis e dois adultos) e que a ideia é entregar a obra no mês de maio como parte das comemorações do aniversário da cidade.

Quem já comemora a finalização da nova sede da escola é a moradora no Vale do Sol, Daiany Nascimento, que é mãe da pequena Nayane de cinco anos e já estuda na sede provisória da Cora Coralina no bairro Tropical. “Estou muito feliz porque, pelo menos, agora a escola é mais perto de casa; vai facilitar muito a nossa vida”, diz sorridente a moradora.

Reportagem: Nara Moura

Em Parauapebas, sessão plenária externa do TRE reuniu mais de 500 alunos

O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE do Pará) realizou na noite da quinta-feira (25) a Sessão Plenária Externa no município de Parauapebas, no sudeste paraense.

Conduzida pelo presidente do Tribunal, o desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior, a sessão foi realizada no auditório da Faculdade para o Desenvolvimento da Amazônia (Fadesa), no Bairro Paraíso, e reuniu mais de 500 alunas e alunos que acompanharam com atenção os julgamentos dos processos pautados.

Presente a Corte Eleitoral completa, foram julgados oito processos entre recursos eleitorais, ação de investigação judicial eleitoral (Aije) e agravos regimentais de recurso eleitoral.

Também acompanharam a sessão a diretora-geral do TRE, Nathalie Castro, o secretário de Tecnologia da Informação, Felipe Brito, a secretária judiciária, Fernanda Sousa, as (os) assessoras (es) dos membros da Corte; a diretora-presidente da Fadesa, professora Rejane de Aquino Braga, o coordenador acadêmico, professor Maurício Braga, e o coordenador do curso de Direito da instituição, professor Maicon Tauchert.

Na abertura da sessão, o desembargador-presidente explicou o objetivo do projeto e elogiou a presença do público acadêmico que lotou o auditório. “É uma enorme satisfação estar aqui nesta faculdade tão conceituada e ressalto que nesse projeto de trazer o Tribunal Eleitoral até às faculdades, nenhum público superou o que estamos presenciando aqui, na Fadesa. A nossa intenção é mostrar como funciona a Justiça Eleitoral e como ocorrem os julgamentos dos feitos colocados para a nossa apreciação e hoje o Direito Eleitoral está incluído na grade curricular do curso de Direito, isso é um grande avanço”, disse.

Na acolhida à Corte Eleitoral, a diretora da Fadesa destacou a relevância do momento. “A Fadesa está, hoje, elevando o seu patamar ao receber uma sessão plenária em um ano de extrema importância para a democracia por meio das eleições, estamos levando à toda a comunidade acadêmica o valor da expressão ‘Todo poder emana do povo’ porque somos nós que elegemos os nossos governantes. Teoria e prática estão, hoje, nesta plenária e toda a Fadesa está lisonjeada. Nossa gratidão à Corte pelo compromisso”, disse.

Idealizadas pelo presidente do Tribunal, as sessões externas pretendem aproximar a Justiça Eleitoral da sociedade civil por meio das instituições de ensino superior, públicas e privadas localizadas no estado, tanto em Belém quanto nos municípios paraenses onde estão situados os principais polos de formação acadêmica.

Para a estudante Maria Luísa Campos Neto, aluna do 3º período do curso de Direito da Fadesa, receber a sessão plenária na instituição era algo até então impossível, mas que se tornou realidade. “É um privilégio estar aqui, vivenciar esse momento que agrega ao nosso conhecimento jurídico, ao conhecimento dentro da sala de aula e até mesmo pra vida porque é algo totalmente especial. Eu nunca tinha participado de uma sessão e fiquei até sem acreditar, pois era algo que não imaginava, mas presenciei esse momento”, disse.

Parceria

Ao final, foi assinado um acordo de colaboração para prestação de serviços entre o TRE do Pará e a Fadesa com o objetivo principal de incentivar, entre as alunas e os alunos, a inscrição voluntária para atuar como mesárias (os), membros de juntas eleitorais, supervisoras (es) de locais de votação e auxiliar nos demais trabalhos durante as eleições.

Reportagem: Rodrigo Silva

Policlínica receberá mutirão de consultas oftalmológicas para catarata e pterígio nos dias 4 e 5 de maio

Nos dias 4 e 5 de maio, a Policlínica Municipal será palco de um mutirão de consultas oftalmológicas focado na detecção precoce de catarata e pterígio. Esta iniciativa é promovida pela Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), com o intuito de oferecer atendimento especializado e acesso facilitado aos moradores.

A entrega das senhas começará pontualmente às 8h. Os pacientes serão atendidos por uma equipe de profissionais capacitados e equipamentos adequados para realizar os procedimentos. Aqueles indicados pelo médico para cirurgia sairão da consulta com a data já agendada. A catarata e o pterígio são condições oftalmológicas que, quando detectadas e tratadas precocemente, podem evitar complicações mais sérias no futuro.

A participação ativa dos moradores é fundamental para o sucesso desta iniciativa, que visa não apenas tratar, mas também conscientizar sobre a importância da prevenção e do cuidado com a visão.

Reportagem: Luciana Queiroz

Motoristas das categorias C, D e E têm até 3ªfeira para fazer exame

Condutores de veículos com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias C, D e E com exame toxicológico pendente têm até esta terça-feira (30) para regularizar a situação e fazer o exame obrigatório. O prazo para o primeiro grupo de condutores das categorias C, D e E – com vencimento da CNH entre janeiro e junho deste ano – terminou em 31 de março. Após esta data, o Código de Trânsito Brasileiro concede mais 30 dias para que os motoristas realizem o exame e comprovem que não fizeram uso de drogas e/ou medicamentos estimulantes.

Desde março de 2016, o Código de Trânsito Brasileiro determina que os condutores das categorias C, D e E deverão comprovar resultado negativo em exame toxicológico para a obtenção e a renovação da habilitação. A obrigação vale também na pré-admissão e demissão de motoristas profissionais.

O objetivo é identificar o consumo de drogas, o que pode interferir na capacidade psicomotora dos condutores e, assim, aumentar o risco na direção de veículos pesados para a ocorrência de acidentes de trânsito.

O diretor da Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox), Pedro Ducci Serafim, disse à Agência Brasil que a exigência salva vidas no trânsito.

“O exame toxicológico é uma política pública de eficácia comprovada na redução de acidentes e mortes no trânsito. Estudos mostram redução de mais de 30% em acidentes fatais depois da sua implementação”, observou.

Para a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), mais de 3,4 milhões de condutores das categorias C, D e E ainda não regularizaram a situação em todo o Brasil. Para os condutores com CNHs que vencem entre julho e dezembro, as multas começam a ser aplicadas em 31 de maio.

Infração

O exame laboratorial é exigido até mesmo para quem não estiver dirigindo nestas categorias. Caso esses motoristas não façam o teste até esta terça-feira (30), podem ser multados diretamente pelos sistemas eletrônicos dos Detrans estaduais e do Distrito Federal  a partir de 1º de maio, conforme sanções previstas no artigo 165-D do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A não realização do exame no período estabelecido é considerada infração gravíssima, sujeita a uma multa automática de R$ 1.467,35 e sete pontos na CNH.

Essas multas são apelidadas de multas de balcão porque estão associadas ao não cumprimento de uma obrigação administrativa, diferentemente das infrações cometidas na direção do veículo automotor.

Verificação

Os motoristas podem consultar se precisam ou não fazer o teste no portal de serviços da secretaria. Basta informar CPF, data de nascimento e data de validade da CNH nos espaços indicados para ter o detalhamento de prazos, vencimentos e alertas.

Outra forma de acesso às informações é o aplicativo da carteira digital de trânsito. Na área do condutor, o motorista também pode verificar se o exame toxicológico está em dia. No caso de o prazo ter vencido, o condutor deve buscar um dos laboratórios credenciados e fazer a coleta para a realização do exame toxicológico, em laboratórios especializados credenciados pela Senatran.

Camille Lages, diretora de Comunicação da ABTox, celebrou a disponibilização da página para consulta. “Essa ferramenta que o governo trouxe é muito importante para que os motoristas consultem se estão adimplentes com o exame toxicológico porque muitos deles não têm a carteira de habilitação digital baixada no celular e precisam dessa ferramenta para poder cumprir a obrigação até 30 de abril,” esclarece.

Não é necessária receita médica para fazer o exame, apenas a habilitação do condutor (CNH).

Exame

O exame toxicológico deve ser realizado pelos motoristas no momento da renovação da CNH nas categorias C, D ou E a cada dois anos e meio pelos condutores profissionais. Deve ser realizado independentemente da idade do condutor. Os motoristas com mais de 70 anos não precisam renovar o teste toxicológico antes do vencimento da CNH, que tem validade de três anos.

O teste laboratorial de amostras de cabelo, pele ou unha identifica se houve uso abusivo de substâncias psicoativas em um período de 90 a 180 dias anteriores à coleta (larga janela de detecção). Isto porque a queratina presente nos cabelos preserva as substâncias que foram consumidas e metabolizadas por mais tempo que o sangue e a urina, por exemplo.

O exame toxicológico não existe no modelo autoteste, portanto, é vedada a coleta da própria amostra para análise. O procedimento tem que ser feito por um laboratório, exclusivamente, em postos de coleta para garantir a segurança dos resultados. A coleta rápida -aproximadamente de 10 a 15 minutos – é classificada pelos laboratórios como não invasiva, não infectante e indolor.

Atualmente, são 17 laboratórios credenciados na Senatran, que formam a rede de coleta com mais de 13 mil unidades espalhadas em mais de cinco mil municípios em todo o país. O exame pode detectar pelo menos 12 substâncias: Acetilmorfina (heroína); Anfepramona; Anfetamina; cocaína e derivados (crack, merla); Codeína; Femproporex; Mazindol; MDA; MDMA; Metanfetamina; Morfina; e maconha e derivados (skunk, haxixe).

O preço médio do exame toxicológico é R$ 135 e pode variar conforme a região do país. Os exames exigidos pela Senatran, em geral, são  custeados pelos motoristas autônomos, mas podem ser bancados por empregadores.

Os laboratórios credenciados devem inserir o resultado no banco de dados do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renash) para controle dos órgãos de trânsito. No entanto, os laudos são sigilosos e entregues somente aos examinados. Portanto, não podem ser divulgados, por exemplo, ao empregador do motorista profissional.

Categorias da CNH

Os motoristas da categoria C dirigem veículos maiores como caminhões, caminhonetes e vans de carga, além dos carros, picapes e vans de carga. A categoria D da CNH permite a condução de veículos automotores e elétricos, destinados ao transporte coletivo de passageiros com mais de oito lugares, como vans, micro-ônibus e ônibus.

Na categoria E, habilitados podem dirigir ônibus articulados; caminhões tracionando carretas; veículos com trailers e demais modelos de veículos automotores.

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