Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Academia Parauapebense de Letras empossa diretoria e apresenta membros

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Durante a noite desta quarta-feira (3), durante evento realizado nas dependências de um hotel da cidade, a Academia Parauapebense de Letras (APL), reuniu autoridades e convidados, e na oportunidade empossou a diretoria e diplomou seus membros.

Minibiografias de acadêmicos e de seus respectivos patronos


Patrono da Academia Parauapebense de Letras
Pedro Cláudio de Moura Reis (PC Reis)
PC Reis, que faleceu em 14 de junho de 2011, foi o primeiro acadêmico a ocupar a Cadeira nº 6 da Academia de Letras do Sul e Sudeste do Pará, com sede em Marabá, tendo como patrono Graciliano Ramos.
Aos 18 anos de idade, PC foi classificado em primeiro lugar com seu primeiro romance, intitulado “Nem a morte os separou”, num concurso literário promovido pela União Piauiense dos Estudantes Secundaristas. No ano seguinte, o autor ganhou outro concurso, desta vez com o livro de contos “A enxada e a fome”.
As vitórias em concursos literários motivaram PC Reis a escrever sua terceira obra, “Uma história puxa outra”, e a redigir e publicar centenas de crônicas, que foram publicadas em blogs e jornais impressos de Parauapebas e outros municípios. A maioria dessas crônicas está sendo selecionada para ser publicada numa obra póstuma em 2015.
Nessas crônicas, PC Reis usava um estilo próprio e muito criativo, contando “causos” e fatos dia a dia, sempre com muito humor.

ACADÊMICO
Marcony Rodrigues da Paixão de Castro nasceu em Belém do Pará, mas desde 2007 mudou-se com a família para Parauapebas. É licenciado e bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e atua como professor nas redes particular e pública de ensino. Casado com Andréa Cardoso da Silva, pai de três filhos, desempenha o ofício pastoral no Ministério Internacional da Restauração em Parauapebas. O desejo em viver o chamado de Deus tem feito do líder de casais e de jovens mais um escritor a serviço do Reino de Deus para edificar o Corpo de Cristo, especialmente as famílias do Brasil.
PATRONO (Cadeira nº 9)
Rubem Azevedo Alves (15 de setembro de 1933 – 19 de julho de 2014) foi um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro. É autor de livros religiosos, educacionais, existenciais e infantis. Considerado um dos maiores pedagogos brasileiros de todos os tempos, um dos fundadores da Teologia da Libertação e intelectual polivalente nos debates sociais no Brasil. Foi professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

ACADÊMICA
Carmem Elizabete Garuzzi é natural de Aracruz (ES) e paraense por adesão. Mudou-se com a família para Parauapebas (Serra dos Carajás) em julho de 2007. Apaixonada pela educação, cursou o Magistério, graduou-se em Pedagogia e é pós-graduada em Psicopedagogia e Mestranda em Educação na Universidad Del Salvador (Usal), Buenos Aires, Argentina. É professora concursada da rede municipal de Parauapebas e coordenadora da Universidade de Santo Amaro (Unisa), instituição que atua há 7 anos. É membro efetivo da Academia de Letras do Sul e Sudeste do Pará, com sede em Marabá. Escreveu seu primeiro livro em 2012, intitulado “Amazônia: Eu conto e me encontro”.
PATRONO (Cadeira nº 8)
Rachel de Queiroz (17 de novembro de 1910 – 4 de novembro de 2003) foi uma tradutora, romancista, escritora, jornalista, cronista prolífica e importante dramaturga brasileira. Autora de destaque na ficção social nordestina, foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Em 1993, foi também a primeira mulher galardoada com o Prêmio Camões. Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 15 de agosto de 1994.

ACADÊMICO
Rosa Ibiapina Cavalcante Barros nasceu em 1947 na cidade de Campo Maior (PI) e reside há mais de 20 anos em Parauapebas, onde implantou uma escola particular e exerceu o cargo de diretora pedagógica. Fez o curso de Teologia pela Universidade Federal do Piauí. Pós-graduada em administração escolar, pelo Instituto Databrasil, em parceria com a Universidade Cândido Mendes, São Luis (MA). Especialização em Língua Portuguesa: Universidade Federal do Pará. Seus dois primeiros livros são voltados para a Bíblia. O primeiro, em 2008, “Desperte para Deus conhecendo a Bíblia”, depois “Mulheres bíblicas reavivando suas memórias” (2012) e “O bem e a justiça promovem a paz” (novembro 2014).
PATRONO (Cadeira nº 7)
João Nonon de Moura Fontes Ibiapina (14 de junho de 1921 – 10 de abril de 1986) foi professor, diretor do Colégio Rural e Artesanal Pio XII, juiz de Direito e membro do Conselho Estadual de Cultura, da Associação Profissional dos Jornalistas do Piauí e do Instituto Histórico e Geográfico Piauiense. Primeiro presidente e um dos fundadores da Academia Parnaibana de Letras.

ACADÊMICO
Denilson Elias Lima Silva nasceu em 15/11/1971, em Belém (PA), formou-se em Química Industrial pela Universidade Federal do Pará em 1998 e em Licenciatura em Ciências, com habilitação em química pela Universidade Estadual do Maranhão em 2007. Fez especialização em química orgânica (oleoquímica) na Universidade Federal do Pará em 2001. É professor de química nas escolas de ensino médio do Pará desde 1997 e casado com Adelina Luiza, com quem tem o filho Tiago e está grávida de cinco meses de Luiza.
PATRONO (Cadeira nº 6)
Nilson do Amaral Fanini (Brasil, 18 de março de 1932 – EUA, 18 de setembro de 2009) foi um pastor batista, teólogo, escritor e empresário brasileiro. Foi homenageado com os títulos de Cidadão Niteroiense (1971), Cidadão Fluminense (1973), Cidadão Emérito do Estado do Rio de Janeiro (conferido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em 1977), Cidadão Vitoriense (Câmara Municipal de Vitória – novembro de 1994) e Cidadão do Estado do Rio de Janeiro (1994).

ACADÊMICO
Rubens Motta de Azevedo Moraes Junior nasceu em 27 de dezembro de 1978, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e é advogado. Em 1982, mudou-se para Belém (PA), onde cresceu, estudou e permaneceu por 19 anos. No final da década de 90, começa a escrever poesias e participar de saraus e recitais, envolvendo-se com diversas atividades culturais. Dedica-se à realização de cursos e atividades literárias junto à Casa da Linguagem, ao Instituto de Artes do Pará (IAP) e à própria universidade. Lançou o primeiro livro de poesias “Feixe de luz”, escrito na companhia de outros três poetas paraenses. Depois, “Elementos do instante”, combinando poesias com desenhos à mão livre de Rogério Nishizawa.
PATRONO (Cadeira nº 5)
Benedito José Viana da Costa Nunes (21 de novembro de 1929 – 27 de fevereiro de 2011) foi um filósofo, professor, crítico de arte e escritor brasileiro. Um dos fundadores da Faculdade de Filosofia do Pará, depois incorporada à Universidade Federal do Pará (UFPA). Aposentou-se como professor titular de Filosofia na UFPA, tendo recebido o título de Professor Emérito em 1998. No mesmo ano, foi um dos ganhadores do Prêmio Multicultural Estadão. Foi membro fundador da Academia Brasileira de Filosofia (1989).

ACADÊMICO
Josivaldo Lima Rodrigues nasceu em Marabá (19/09/59), é formado em Comunicação Social (Jornalismo) pelo antigo Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub), hoje UniCeub (primeiro semestre de 1984), trabalhou na Radiobrás (hoje EBC) durante 17 anos e em diversas emissoras de rádio e foi chefe do Núcleo de Rádio da Assessoria de Comunicação Social do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além do jornalismo e do radialismo, Lima Rodrigues escreveu (em cordel) as biografias de diversas personalidades como Pelé, Roberto Marinho e o senador José Sarney. Publicou em setembro de 2005 o livro “A história do presidente Lula em cordel” e em janeiro de 2011 lançou “A vida de Dilma Rousseff em cordel”, entre outros.
PATRONO (Cadeira nº 4)
Antônio Gonçalves da Silva, Patativa do Assaré (5 de março de 1909 – 8 de julho de 2002) foi um poeta popular, compositor, cantor e improvisador brasileiro. Publicou seu primeiro livro, “Inspiração nordestina”, em 1956.

ACDÊMICO
Waldyr Pereira Silva nasceu em 1950, em Araguaina (TO), e foi criado em Carolina (MA) até os 18 anos; morou em Colinas de Goiás (hoje Colinas do Tocantins) e em Imperatriz (MA). Chegou ao Pará em abril de 1972, tendo residido em Marabá, Itaituba, Belém e desde 2001 em Parauapebas. Exerce a função de jornalista há 29 anos, é licenciado em Letras e Artes pela UFPA, pós-graduado em Jornalismo Ambiental (II Programa de Meio Ambiente para Jornalistas), pela Fundação Getúlio Vargas, 2006; e detentor do título de Cidadão Marabaense, concedido pela Câmara de Vereadores (2000). Na área literária, tem dois livros para lançar em 2015. O primeiro, com título provisório de “Memórias póstumas de PC Reis”, reunindo crônicas escritas pelo homenageado, e o segundo, resumo e bastidores de 30 anos de jornalismo.
PATRONO (Cadeira nº 3)
Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (19 de abril de 1886 – 13 de outubro de 1968) foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro. Considera-se que Manuel Bandeira faça parte da geração de 1922 da literatura moderna brasileira, sendo seu poema “Os sapos” o abre-alas da Semana de Arte Moderna de 1922.

ACADÊMICA
Terezinha Rita Guimarães Lima nasceu em 1962 no município de Barra do Corda (MA), reside há mais de trinta anos em Parauapebas, é pedagoga, psicanalista e doutora honoris causa pela Sociedade Brasileira de Psicanálise do Maranhão, com especialização em Saúde, Ciências Socioambientais e Saúde Pública. Na área literária, é autora das obras “A busca pela afetividade” (2005), “Análise de vida” (2007), “Valores conjugais” (2009), “Sol e lua, amor incondicional” (romance) e o livro infantil “Rei Artur” (2010); “Motivação” (2012); “Dra. Jane redescobrindo o amor” (romance), “Casamento na floresta”, “A fazenda” (infantil) e “Mulheres” (2014). É membro efetivo da Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense, com sede em Marabá.
PATRONO (Cadeira nº 2)
Paulo Reglus Neves Freire (19 de setembro de 1921 – 2 de maio de 1997) foi um educador, pedagogista e filósofo brasileiro. É patrono da educação brasileira. Paulo Freire é considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.

ACADÊMICO
Paulo [Poeta] da Silva Reis nasceu em 6 de setembro de 1979, em Caxias (MA), iniciou sua vida literária no ano de 1995, escrevendo pequenos textos literários sem muitas pretensões, e ao iniciar o ensino médio foi motivado a continuar a escrever e preparar um livro. Em 2000 e 2001, preparou seu primeiro ensaio literário, intitulado “Um poema, uma lágrima, uma forma de amar em silencio”. É bacharel em Ciências Contábeis, casado com Maria Helena de Oliveira e autor do livro de poemas “Coração de lata”, lançado em junho deste ano na XVIII Feira Pan-Amazônica do Livro, em Belém.
PATRONO (Cadeira nº 1)
Antônio Gonçalves Dias (10 de agosto de 1823 – 3 de novembro de 1864) foi um poeta, advogado, jornalista, etnógrafo e teatrólogo brasileiro. Um grande expoente do romantismo brasileiro e da tradição literária conhecida como “indianismo”, famoso por ter escrito o poema “Canção do exílio” – um dos poemas mais conhecidos da literatura brasileira – e muitos outros poemas nacionalistas e patrióticos, que viriam a dar-lhe o título de poeta nacional do Brasil.

Diretoria (biênio 2014/2015)
Presidente: Paulo da Silva Reis
Vice-presidente: Terezinha Rita Guimarães Lima
Primeiro secretário: Waldir Pereira Silva
Segundo secretário: Josivaldo Lima Rodrigues
Primeiro tesoureiro: Rubens Motta de Azevedo Moraes Junior
Segundo tesoureiro: Denilson Elias Lima Silva
Diretora de biblioteca: Rosa Ibiapina Cavalcante Barros
Membros: Carmem Elizabete Garuzzi e Marcony Rodrigues da Paixão de Castro

Foto da capa: Anderson Souza

Veja as fotos de Israel Lira – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

OBS: Para ampliar a imagem, clique na foto!

 

 

Publicidade

Veja
Também