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Advogado confirma que modelo tem vídeo com Neymar e que agressões ocorreram durante sexo

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O advogado José Edgar da Cunha Bueno Filho, em entrevista ao Estadão afirmou que Najila Trindade Mendes de Souza, a possível vítima de estupro de Neymar, gravou um vídeo do segundo encontro que teve com a celebridade.

Após divergências com a cliente, José Edgar abandonou o caso e disse que o episódio foi de uma agressão e não de um estupro como ela a vítima apontou em Boletim de Ocorrência, registrado no último sábado (1). Quem cuida do caso atualmente é a advogada Yasmin Pastore Abdalla. O Estadão tentou contato, mas ela não retornou.


Durante a entrevista José Edgar revelou que a vítima gravou um vídeo de segundo encontro com Neymar mas que, por ética, não poderia dar mais detalhes. “Eu tive acesso, não vi ele inteiro, porque a gente estava no início da avaliação. Mas eu por não estar mais no caso, não posso comentar nada a respeito dele. Seria uma falta de ética minha”.

Questionado sobre não está mais no caso ele disse que após analisar as provas entendeu que o ocorrido era um caso de agressão e não esturpo. “Quando o caso foi apresentado para mim, eu, analisando as provas e tudo mais, e conversando com a cliente, entendi que o caso, por uma questão técnica, que é uma prerrogativa minha como advogado, era de agressão. Posteriormente, depois que eu renunciei ao caso, ela contratou uma outra advogada e seguiu com esse capitulação de estupro”.

Ele também analisou que houve uma relação consensual, mas que durante o ato, aconteceram as agressões. “Pelo que eu tinha analisado, teria havido um consentimento de haver uma relação normal entre homem e mulher, sem problema algum. Durante o ato teria havido as agressões que sexual devem ser investigadas. Essa é a diferença. Desde o início a minha estratégia foi evitar exposição pública. Toda a minha condução do caso foi para isso”.

O advogado disse também que, após algumas divergências e uma quebra de confiança entre advogado e cliente, que esse foi o motivo de ter abandonado o caso. “Eu não queria apressar as coisas e fazer de uma forma midiática, que é a minha forma de atuar. Ela estava desconfortável, aflita, abalada psicologicamente. Nós tivemos uma discussão sobre a estratégia do caso, e ela fez umas considerações indevidas a meu respeito. Senti no momento que tinha quebrado a relação de confiança entre advogado e cliente. O processo de divergência começou porque ela queria fazer um boletim de ocorrência e fui contra isso”.

Perguntado se a vítima pode ter mudando de versão após contratar outra advogada ele respondeu: “É uma questão técnica do advogado. Cada advogado tem uma opinião diante dos fatos. A própria delegada também pode ter. Mas tudo isso pode mudar depois. Mas na minha avaliação era um caso para ser de agressão”.

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