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Afinal de contas, o que é uma subestação de energia e para que serve?

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Na verdade, a ideia deste post é falar sobre a subestação móvel que a Celpa colocou em operação no início deste ano. Mas para entender por ‘A+B’ como tudo funciona, vamos explicar, primeiramente, e até mesmo desenhar (conforme imagem abaixo), como funcionam as subestações convencionais.

É simples. As subestações são responsáveis pela distribuição da energia. Funcionam como pontos de entrega de energia para os consumidores, pois antes de chegar às residências, a eletricidade percorre um sistema de transmissão que começa nas usinas e passa por estas subestações. Daí os transformadores farão o aumento ou diminuição de tensão para que a energia se adeque ao consumo dos clientes.


arte-subestação

No caso das subestações móveis, o equipamento é utilizado para soluções temporárias e emergenciais, como por exemplo manutenções programadas ou energização de obras prioritárias, quando as subestações convencionais precisam de apoio. Quando for necessário fazer manutenção, a subestação móvel será utilizada para que os clientes não tenham interrupção de energia prolongada ou até mesmo que as manutenções nem precisem de interrupções. A capacidade de mobilidade e flexibilidade ajuda muito nesse processo.

A subestação móvel da Celpa está em operação desde janeiro deste ano e já passou por municípios como Santa Maria do Pará, Capanema e Tailândia já receberam o equipamento, que atualmente está localizado no município de Marabá, na mesorregião sudeste do estado. O equipamento pesa em torno de 78 toneladas e é seguramente transportado em um caminhão de 23 metros de comprimento.

De acordo com o gerente de Manutenção da Celpa, Kleber Barros, a subestação móvel tem capacidade de suprir um município de médio porte. “A subestação está capacitada para atender uma carga de até 30 MVA (unidade de medida de potência aparente, megavolt-ampere), o que corresponde ao atendimento de uma faixa de trinta mil residências ou cerca de 120 mil habitantes”, diz o gerente.

O investimento da Celpa na tecnologia ficou em torno de R$ 7 milhões e reforça o compromisso da empresa em buscar ações de melhoria para o sistema elétrico paraense e garantir um serviço final de qualidade.

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