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Agentes do DMTT irão usar bafômetros em operações de trânsito

Agentes do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte de Parauapebas (DMTT) irão passar a usar em operações de trânsito pelas vias do município um equipamento fundamental, trata-se do etilômetro ou alcoolímetro, também conhecido pelos nomes populares bafômetro.

Durante esta sexta-feira (11), servidores do DMTT e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) trabalharam conjuntamente com o uso de bafômetros durante treinamento de agentes municipais. O equipamento fortalecerá as ações de fiscalização no combate à embriaguez no trânsito de Parauapebas.


 

Sobre o equipamento

O etilômetro ou alcoolímetro, também conhecido pelos nomes populares bafômetro (português brasileiro) ou balão (português europeu), é o aparelho que mede a concentração de álcool etílico na corrente sanguínea de uma pessoa mediante a análise do ar pulmonar profundo. Sua principal aplicação é identificar condutores de veículos que estejam sob efeito de bebidas alcoólicas.

O motorista deve soprar um tubo (ou bocal) conectado ao etilômetro que conduzirá o ar de seus pulmões para um analisador contendo uma solução ácida de dicromato de potássio.

O princípio de detecção do grau alcoólico no corpo humano está fundamentado na avaliação das mudanças das características elétricas de um sensor sob os efeitos provocados pelos resíduos do álcool etílico no hálito do indivíduo.

O sensor é um elemento formado por um material cuja condutividade elétrica é influenciada pelas substâncias químicas do ambiente que se aderem à sua superfície. Sua condutividade elétrica diminui quando a substância é o oxigênio e aumenta quando se trata de álcool. Entre as composições preferidas para formar o sensor destacam-se aquelas que utilizam polímeros condutores ou filmes de óxidos cerâmicos, como óxido de estanho (SnO2), depositados sobre um substrato isolante.

A correspondência entre a concentração de álcool no ambiente, medida em partes por milhão (ppm), e uma determinada condutividade elétrica é obtida mediante uma calibração prévia onde outros fatores, como o efeito da temperatura ambiente, o efeito da umidade relativa, regime de escoamento de ar etc., são rigorosamente avaliados. A concentração de álcool no hálito das pessoas está relacionada com a quantidade de álcool presente no seu sangue dado o processo de troca que ocorre nos pulmões.

Pesquisas indicam um índice de erro de 3% a 8% na correlação entre o álcool no ar expirado e o álcool no sangue, o que valida cientificamente o resultado dos etilômetros.

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