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Após dia agitado em Parauapebas, 11 vereadores não comparecem à Câmara e Sessão não acontece

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Esta terça-feira (26) foi bastante movimentada, principalmente no meio político e policial do município de Parauapebas.

Logo pelas primeiras horas da manhã, ao comando do Ministério Público do Estado do Pará, através do Grupo de Atuação especial de combate ao crime organizado (Gaeco), a operação denominada Filiesteu desmontou esquema criminoso oriundo de fraudes em processos licitatórios e superfaturamento de terrenos desapropriados pela prefeitura; emissão de notas fiscais frias e desvio de recursos públicos entre membros da câmara e o comércio na região.


Na oportunidade, diversos documentos foram apreendidos na Câmara Municipal de Parauapebas, Secretaria Municipal de Obras (SEMOB) e até mesmo na Prefeitura Municipal de Parauapebas.

Na Câmara Municipal, homens do GAECO, arrombaram as portas dos gabinetes dos vereadores Odilon Rocha de Sanção (SDD), José Arenes (PT), Devanir Martins (SDD) e Josineto Feitosa (SDD), todos membros da mesa diretora do Biênio 2013 e 2014 daquela Casa de Leis.

De acordo com o Ministério Público, o vereador Odilon Rocha, conhecido pela afirmação polêmica acerca do valor do salário de vereador e o empresário do ramo do comércio local, Edmar Cavalcante, foram presos.

Sessão cancelada

Na tarde desta terça-feira (26), estava previsto para acontecer mais uma Sessão Ordinária na Câmara Municipal de Parauapebas (CMP), porém, por falta de quórum, o presidente Ivanaldo Braz Silva Simplício (SDD), foi obrigado a encerrar as atividades após as execuções dos hinos do Brasil e de Parauapebas.

Vereadores que compareceram à Sessão

Ivanaldo Braz (SDD)
Josineto Feitosa (SDD)
Eliene Soares (PT)
Euzébio Rodrigues (PT)

Vereadores que não foram à Sessão

Israel Pereira Barros (PT)
Maridé (PSC)
Irmã Luzinete (PV)
Pavão (SDD)
Devanir Martins (SDD)
José Arenes (PT)
Major da Mactra (PSDB)
Charles Borges (SDD)
Bruno Soares (PP)
Zacarias Assunção (PP)
Odilon Rocha (SDD)

Em declarações prestadas à equipe de reportagem do Portal Pebinha de Açúcar, a vereadora Eliene Soares (PT) afirmou que a não realização da sessão ordinária foi “arquitetada” nos bastidores. “Fiquei sabendo que os vereadores da base do Governo Valmir foram pressionados para não irem à Câmara. Isso é uma vergonha, até porque logo que o presidente encerrou a sessão por falta de quórum, vi outros vereadores nas dependências da Casa de Leis”, relatou.

Por sua vez, Josineto Feitosa (SDD), disse que não vê nenhum motivo para que a Sessão não fosse realizada. “Isso é estranho. Se não devemos nada, não temos porque temer”, relatou.

Reportagem e fotos: Bariloche Silva – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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