Após dois anos, Festival Junino Jeca Tatu está de volta em Parauapebas

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Foram dois longos anos sem calor humano e distante daquela alegria típica de São João e São Pedro, das comidinhas saborosas, da tradicional fogueira e das quadrilhas com dançarinos e dançarinas que oferecem um verdadeiro espetáculo. Toda essa magia precisou dar uma parada provocada pela pandemia da covid-19, que finalmente está sendo vencida pela vacinação.

A longa espera para ver de perto e participar da festança acabou e o Festival Jeca Tatu volta este ano presencialmente. Será a 18ª edição de um evento que se transformou em referência na região de Carajás. O lançamento oficial com as programações será na próxima sexta-feira, 10, no Centro de Desenvolvimento Cultural (CDC), a partir das 19h30.


Já a festança, com apresentação de quadrilhas, artistas e candidatos a misses, será entre os dias 22 e 26 deste mês, na praça de Eventos, bairro Cidade Nova.

O Jeca Tatu é um evento organizado pela Liga das Agremiações Junina de Parauapebas (Liajup) em parceria com a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult). Este ano o homenageado será o músico Vamberto Oliveira Pereira.

Homenagem a um pioneiro musical

Paraibano, da cidade de Riacho Cavalos em 11 de fevereiro de 1961, e filho de Antonio e Marilene de Oliveira Pereira, Vamberto Oliveira Pereira já nasceu com destino traçado pela arte: praticamente toda a família é de músicos. E não é pouca gente. São 11 irmãos: Valmir, Maria do Carmo, Vanderley (falecido), Valniza, Rivelino, Flávia, Vanuza, Ricardo, Antônio Araújo Pereira Júnior e Francisco de Assis Pereira e mais um irmão de criação muito querido por todos, o Marco Antônio. Todos são pioneiros em Parauapebas.

Considerado um artista versátil na área musical, Vamberto se apresentou no 1° Festival do Jeca Tatu, em 2002, sendo ovacionado pelo público. A partir daí, ele não parou mais e passou a tocar em todo os festivais com chapéu de couro e seu violão.

Aos 60 anos de idade, Vamberto se emociona pela homenagem que irá receber este ano e garante ter conquistado tudo que queria na vida, sem grandes ambições. Tudo o que ele quer é continuar vivendo de música e alavancar cada vez mais sua profissão. “E ver os netos formados”, diz o músico.

veja também