Após ganhar a liberdade, elemento volta a ameaçar ex-companheira e é reconduzido ao xilindró

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Carlito Lindra dos Santos, parece não ter gostado da ideia de separação de sua, então, companheira, Maria Lúcia dos Santos. Também, parece não ter aprendido nada a respeito da Lei Maria da Penha, pois, pela infração da mesma, já esteve preso por dois meses, tendo ganhado a liberdade recentemente, no dia 30 de julho.

Prova disto é que o citado, tão logo saiu do xadrez, esteve na casa de sua ex-companheira, onde fez ameaças contra a mesma, afirmando que “caso não reatasse o relacionamento iria mata-la”.


Foto de documento do acusado

 

Mas, por sorte, Maria Lúcia já conhece seus direitos e acionou a Guarda Municipal de Parauapebas (GMP), que encontrou o acusado saindo de um bar nas proximidades da casa da denunciante. Ali mesmo, com visíveis sinais de embriaguez, Carlito Lindra foi preso, devendo ajustar contas com a justiça pelo descumprimento da Lei Maria da Penha, já que em seu Art. 7º, normatiza que, são formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras, a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal; a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.

veja também