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ARTIGO: Parauapebas e o retorno às aulas

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Escola Aurino Gonçalves será inaugurada nesta sexta-feira (7) na VS-10

Existem ideias que são aceitas por quase todo cidadão brasileiro como, por exemplo, saber que a educação de qualidade é a base para o progresso e desenvolvimento de qualquer país, e que a educação no Brasil anda em crise.

Lamentavelmente, ter essas duas consciências não tem ajudado a resolver os problemas.


E foi nessa esteira de pouca eficiência de nosso sistema educacional que o Brasil como o mundo todo foi surpreendido pela pandemia fazendo com que fossem suspensas as aulas nas escolas, colégios e universidades.

Se países que possuem educação de ponta foram e estão sendo prejudicados de maneira significativa, imagina nosso Brasil, nosso Pará e nosso município de Parauapebas que já não vinham bem e que agora deixam os alunos em situação extremamente difícil.

Nesse momento, planeja-se o retorno das aulas da maneira mais segura e eficiente, toda via, acreditar que haverá um método eficaz para compensação da aprendizagem sem haver prejuízo no desenvolvimento normal é ser muito inocente, ou tentar ser no mínimo um manipulador descuidado.

O melhor é assumirmos a realidade e tentarmos inovar para abrandar o problema e salvarmos o ano letivo.

Talvez uma das ideias interessantes seria estender/ampliar o ano letivo com uns quatro meses a mais e para isso ao invés de fechar o ano letivo em dezembro, o faria no final de abril, sendo assim, um pouco do peso da irregularidade das aulas em 2020 seria harmonizado e equilibrado com o ano letivo de 2021.

Se isso ainda for insuficiente poderia considerar o ano de 2021 como um só ciclo com 2020 e as pendências se harmonizariam entre 2020 e 2021 da maneira mais equânime possível.

Sabemos que qualquer que seja a ideia para tentar solucionar o problema causado na educação pela pandemia gerará um esforço a mais de todos os envolvidos, toda via isso é uma questão de bom senso, de cidadania e inteligência por parte de todos que, em momento de crise deixam de olhar para a árvore, levantam a vista, e consideram toda a floresta.

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