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Aumento da violência pode esgotar vagas no cemitério de Parauapebas

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Parauapebas em breve terá que buscar outra área para construção de novo cemitério. É que o atual, o Jardim da Saudade, localizado na Rodovia Faruk Salmen, já está com a capacidade praticamente esgotada. A informação é do administrador do cemitério, Juvenal de Lima Freire.

Segundo ele, no início do ano, em uma reunião com o prefeito Darci Lermen, essa situação foi repassada e informado à administração que o cemitério teria no máximo dois anos para atingir sua capacidade de sepultamento. No entanto, devido ao crescente aumento da violência na cidade, Juvenal acredita que esse prazo vai cair pela metade.


Ele diz que o espaço ainda reservado para novos sepultamentos está ficando exíguo. O que ainda há é a área que não pode ser usada, porque é alagadiça e órgãos de meio-ambiente não permitem que seja usada para sepultamentos, por conta da contaminação da água.

Juvenal informa que hoje existem aproximadamente 10 mil pessoas sepultadas no cemitério, que começou a funcionar em 11 de janeiro de 2000.

IML

Interditado para reforma desde que sofreu danos por conta de um temporal, o centro de necropsia do Instituto Médico Legal (IML), que fica no Cemitério da Saudade, deve volta a funcionar ainda esta semana. Segundo Juvenal, as obras já foram concluídas, incluindo a parte elétrica, que tinha sido bastante danificada pelo forte temporal, que destelhou o centro.

Por conta da reforma, as necropsias vêm sendo feitas no IML de Marabá. “Está tudo pronto e acredito que a partir de amanhã já volte a funcionar normalmente”, prevê Juvenal.

Reportagem: Tina Santos, com informações de Ronaldo Modesto / Correio de Carajás

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