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Bebê de cinco meses que foi contaminada por Leishmaniose Visceral continua internada

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Com resultado positivo para Leishmaniose Visceral, a pequena Ana Gabriela Ferreira dos Santos, de apenas cinco meses de nascida, continua internada no Hospital Geral de Parauapebas (HGP), onde recebeu as doses do medicamento que combate a doença.

A reportagem do Portal Pebinha de Açúcar conversou, por telefone, com a bisavó da paciente, dona Maria Nilde de Jesus Ferreira, que informou que a criança ainda sentiu febre nesta terça-feira (23); motivo que deverá continuar hospitalizada até que, através de exames, certifique-se que a doença negativou e a criança esteja fora de perigo. “Estamos mais tranquilos pelo fato de que ela está sob cuidados médicos. Mas só ficaremos mesmo seguros, quando ela puder retornar para casa”, disse dona Maria Nilde, dando conta de que os cães, suspeitos de também estarem contaminados com a doença, foram recolhidos pela equipe da Vigilância Sanitária Ambiental.


Ana Gabriela está na companhia de sua mãe, Luiza Ferreira da Costa, e por ter apenas 14 anos de idade, conota com o auxílio de sua mãe (vó da paciente), dona Marilene Ferreira da Conceição. Na reportagem anterior, foi ela quem falou com a equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar e contou que ficou muito preocupada quando ouviu que sua neta estava sob suspeita de estar contaminada por Leishmaniose Visceral. Mas já naquele momento, ela contou que o procedimento foi tomado em favor da criança, com as doses devidas dos medicamentos ministrados.

Secretaria de Saúde se manifesta

Em nota, enviada à nossa redação, pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Parauapebas, recebemos o relatório técnico sobre procedimentos realizados pela Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), por meio da Coordenação de Vigilância Ambiental, em relação aos casos de Leishmaniose Visceral em Parauapebas.

De acordo com o relatório, após a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), por meio da Coordenação de Vigilância Ambiental, receber no último dia 14 a solicitação feita pelo Hospital Geral de Parauapebas (HGP) de “Anfotericina B Limpossomal” para a paciente menor A.G.F.S, diagnosticada com Leishmaniose Visceral , foi preenchida a ficha de solicitação para a 11ª Regional de Marabá para liberação da medicação.

Com resultado para Leishmaniose Visceral positivo, a equipe epidemiológica da Vigilância Ambiental compareceu no endereço onde reside a menor e sua mãe, residente no bairro Palmares II, para uma investigação de possíveis criadouro do Flebótomo, vetor responsável por transmitir a Leishmaniose tegumentar e visceral, foram feitos dois testes rápidos para identificação de Leishmaniose Canina na casa da avó da menor, M.F.C, também situado na Palmares II, local onde reside a paciente visita regularmente, onde cinco cães atestaram positivo.

No quintal da residência da menor, foi encontrado local com vegetação e matéria orgânica, propício para proliferação do Feblótomo no ambiente.

Com o local propício para a proliferação, foram colocadas armadilhas na residência, onde teve o resultado de cinco cães positivos com LV canina.

Foram encontrados dez Flebótomos intra domicílio, e 112 peri domicílio.

Como medidas de controle, foi realizada a borrifação pela equipe de Vigilância Ambiental, tendo como efetividade a borrifação de 18 residências.

Com todos os procedimentos feitos, a equipe deverá retornar ao endereço após três meses para uma investigação, e caso necessário, uma nova borrifação como preconiza a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

Reportagem: Francesco Costa / Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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