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Biizu leva oficinas de comunicação popular à Parauapebas

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A Conferência que será realizada no próximo sábado, 15, e é organizada pelo projeto Pro Paz Juventude, da Fundação Pro Paz.

Cada oficina destina 30 vagas aos jovens e profissionais da área de comunicação de Parauapebas, incluindo ainda os municípios de Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Marabá, Palestina do Pará, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia, regiões alcançadas pela Conferência.


Coordenado pela Fundação Pro Paz, por meio do projeto Pro Paz Juventude e pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH), as conferências municipais tem como tema “A Juventude Paraense conectada por direitos”. O objetivo é contribuir para a construção e o fortalecimento da Política de Juventude no Estado. O Projeto Biizu está acompanhando as conferências regionais levando oficinas voltadas à comunicação popular, como forma de fortalecer as produções já existentes em cada localidade. Além disso, o Biizu também oferece possibilidades de interação entre os municípios a partir das redes iniciadas com as oficinas.

De acordo com Rodolpho Moraes, diretor de Comunicação Popular e Comunitária da Secom (Secretaria de Estado de Comunicação), com as oficinas, os participantes tem a oportunidade de trocar informações e construir melhores formas de comunicar sua comunidade. “Estamos criando uma rede via WhatsApp para que essa troca seja efetivada de forma direta entre todos os que participam das oficinas. É uma forma de manter o vínculo quando a oficina encerra e estabelecer canais de comunicação mais fortes”, explica o diretor.

Comunicação Comunitária

Priorizando o rádio e o audiovisual, as oficinas do Biizu têm apresentado resultados como programas jornalísticos e mini-documentários, trabalhados pelos próprios alunos.

Na Conferência de Carajás, as oficinas são de audiovisual, com Cezar Moraes e Comunicação Comunitária, com Angelo Madson. O objetivo principal é que os participantes consigam com propriedade as ferramentas de comunicação popular, como a internet e os vídeos produzidos com celular e câmeras pequenas, e com isso melhorar o diálogo e a produção de informações em suas comunidades.

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