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Blocos de Parauapebas iniciam a campanha “Carnaval Sim”

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Foto: Arquivo | Anderson Souza

Durante esta semana, a Prefeitura Municipal de Canaã dos Carajás divulgou que diferente de anos anteriores, não iria fazer investimento em contratação de bandas e aluguel de estruturas para a realização do carnaval naquele município.

A decisão pegou de surpresa muita gente que se declarou contra a medida do prefeito, que por sua vez, justificou, afirmando que os valores que seriam gastos no carnaval, serão usados para a compra de cestas básicas para que sejam doadas para famílias carentes. O assunto vem dividindo opiniões.


Já em Parauapebas,  muitas pessoas chegaram a pedir que a Prefeitura Municipal também fizesse da mesma forma como será feito na cidade vizinha, não realizado o tradicional carnaval na Praça de Eventos, no Bairro Cidade Nova.

Por sua vez, durante a manhã desta quinta-feira (24), comandados pela Liga das Agremiações dos Blocos e Escolas de Samba de Parauapebas (Liabesp), várias agremiações carnavalescas iniciaram a campanha “Carnaval Sim”, chamando a atenção do Governo de Parauapebas sobre a importância da realização do evento na cidade.

Luís Bezerra, atual presidente da Liabesp, divulgou uma mensagem nas redes sociais defendendo a realização do carnaval este ano em Parauapebas, confira:

“Algumas pessoas que não têm o que fazer estão usando o carnaval para atacar o prefeito. E isso não iremos aceitar. O carnaval é a maior manifestação cultural do Brasil e não pode ser usado com barganha política. Durante as cinco noites de carnaval são abertos mais de mil empregos indiretos, como seguranças, cozinheiras, vigilantes, costureiras, vendedores. Com isso há um aquecimento significativo na economia local, sem esquecer que a maioria dos produtos da Liga das Escolas de Samba e Blocos de Parauapebas hoje em dia são comprados no comércio local. O atual governo esta fazendo um investimento significativo no turismo, e entendemos que o carnaval é uma porta de entrada para o turista. Antes e durante o carnaval os blocos e escolas de samba também desenvolvem trabalhos sociais visando a distribuição de cestas básicas para famílias carentes do município. Espero ter colaborado e explicado aos amigos que o carnaval não seca os cofres públicos, mas sim, gera emprego, renda, fortalece a economia, aquece o turismo, dá oportunidades aos artistas locais e cestas básicas para quem precisa. Vamos defender o carnaval e não deixar que vire arma na mão de oportunistas”.

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