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BOLSA FAMÍLIA: MPF está de olho em possíveis caloteiros de Marabá e Parauapebas

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Nesta sexta-feira (11), o Ministério Público Federal (MPF) divulgou levantamento apontando que 5.540 municípios brasileiros apresentaram repasses suspeitos a beneficiários do programa Bolsa Família entre 2013 e 2016. Como não poderia deixar de ser, Marabá e Parauapebas estão no bolo, com quase 800 suspeitos de calote e rasteira no caixa do programa.

Em Marabá, dos R$ 126,49 milhões concedidos em benefícios, R$ 1,92 milhão tem indício de suspeita. Ao todo, 490 pessoas (1,52% do total) podem ter recebido Bolsa Família de maneira irregular no período. Já em Parauapebas, de um total de R$ 46,58 milhões concedidos, quase R$ 776 mil podem ter ido parar nas mãos de fraudadores, que totalizam 307 beneficiários (1,67%) caloteiros.


Por outro lado, Belém, aqui no Pará, é a segunda capital mais honesta do Brasil em se tratando de Bolsa Família, enquanto Palmas, capital tocantina, é a que possui a maior quantidade suspeita de beneficiários mentirosos e irregulares.

Na região de Carajás, estão dois dos municípios paraenses mais “nós cegos”: Água Azul do Norte, o segundo do Pará em número de benefícios suspeitos, que chegam a 3,93% do total; e Curionópolis, o nono, com 2,4% possíveis caloteiros entre os beneficiários.
O prejuízo das fraudes em três anos chega a R$ 3,31 bilhões no Brasil. No Pará, o rombo ultrapassa R$ 95,9 milhões, conforme relatório do MPF.

Reportagem: André Santos / Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar

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