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Casamento de Lília e Alípio

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Aconteceu na sexta-feira, às 21h, dia 06 de setembro de 2019, a celebração da união entre Lília e Alípio.

Os noivos recepcionaram os poucos convidados (parentes e amigos do convívio diário) no ESPAÇO DOCE FESTA, da simpática, extrovertida e competente HELENA. O cerimonial ficou por conta do CRISTIAN, da MARIAH. Por um preço justo, dirigiu com elegância e charme todos os atos da festa! Com fotografias do charmoso e super profissional GUSTAVO SANTANA e filmagens do melhor cinegrafista, JOELSON, da JACLICKS, a festa teve a magnitude esperada. Melhor ainda, com a atuação do DJ DANILO BOTELHO da SDB, PRODUÇÃO DE EVENTOS, que ditou o ritmo da alegria até às 4h da madrugada! A maior parte das roupas foi alugada na EVENTOS E NOIVAS das minhas queridas amigas NICE e LORENA. A maquiagem ficou a cargo da VALÉRIA ARRAZO MAKE UP!


Dados os devidos créditos aos profissionais que atuam com eventos e festas, só tenho que agradecer os 105 convidados que se fizeram presentes. O noivo foi levado ao altar sob a mira de espingardas e amarrado até o pescoço. E não poderia ser diferente, haja vista a irreverência do recém casado.

Meu querido amigo, ex-aluno e pastor, Fernando Moreira, da ADCAMP, Assembleia de Deus do Complexo Amazônia, abençoou a união.

Algumas fotos para mostrar um pouco do que aconteceu e o texto, escrito pelo noivo, que foi lido pela juíza de paz, SIDIANE!

A ÁRVORE E A FLOR

Era uma vez uma árvore forte, madura e sonhadora que se fortaleceu no interior da Amazônia. Era uma espécie de Jequitibá, o gigante da floresta.

Era um Jequitibá com marcas amargas e profundas em seu tronco, reflexos da vida sofrida, das batalhas ferozes, dos golpes recebidos! Das sementes de suas flores, uma nasceu pequenina, cresceu bela menina, mas, cedo ainda, foi tragada pelas águas. Mas o Jequitibá insistia na vida, protegendo e amparando aqueles em sua volta.

Um dia, uma tenra e bela flor, sorridente e atraente, do Jequitibá se aproximou. Com olhinhos misteriosos, mas seguros, curiosos, por ele se apaixonou. O maduro e experiente Jequitibá, no início, ficou indiferente. Como poderia uma tão jovem e singela flor nutrir amor por um velho e esquecido Jequitibá?

Aos poucos, cheia dos sorrisos e encantos, a flor conquistou o gigante da floresta. E o Jequitibá se curvou à pureza e perfume da menina. E os dois se fizeram ver no meio das grandes árvores, desfilaram pelos jardins, atraindo os olhares dos ipês, das samambaias, das orquídeas, das samaúmas, das rosas, dos felinos, dos pássaros, das serpentes, dos bem-te-vis, enfim, de toda a flora e fauna local.

O Jequitibá, do alto de sua coragem e robustez, tinha medo. Temia perder sua menina, que no seu tronco se aninhava. Os jardineiros, que da flor cuidavam, não viam com bons olhos aquela união. Mas a flor insistia, se sentia segura e em paz naquele tronco que tinha fortes raízes para sustentá-la!

Os anos se passaram… O velho Jequitibá não resistiu ao amor cheio de sorrisos. O gigante da floresta fora vencido pela juventude, pela beleza, pelo perfume, pelo sorriso, singeleza, inteligência da adolescente flor!

Hoje, os dois se encontram para celebrar esta união que foi formalizada nas águas dos rios que dão vida ao coração.

Hoje, a árvore se deixa inundar pelo néctar da flor, num delicioso manjar em que impera a poesia do amor.

Árvore, flor, semente, Jequitibá, não importa se aqui reina a fauna ou a flora, só importa o amor que aflora. Hoje, começo a te amar como no primeiro momento em que seus olhos atraíram os meus! Hoje, sinto pulsar a paixão, muito mais que nos primeiros momentos do entrelaçar de bocas cheias de emoção!

Hoje, eu só posso dizer que serei mais forte, terei mais vida, porque sinto o amor no seu coração.

Hoje, eu só quero dizer: TE AMO! QUER CASAR COMIGO?

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