Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Catador de sucata fala do importante trabalho que faz em favor do meio ambiente

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Aos 71 anos de idade, Ireno Gomes Pereira continua na ativa e diz buscar ocupar o dia com um trabalho que, além, de ganhar um extra, o auxilia na limpeza da cidade e preservação do meio ambiente em Parauapebas.

A opção escolhida por ele é juntar sucata que é vendida no “ferro velho”. O aposentado diz que o que ganha não é muito, mas, já ajuda. “Além disso, contribuo com a limpeza da cidade”, conta Ireno, dizendo que tem aumentado o número de catadores de sucatas, e o motivo ele diz ser a crescente no número de desempregados.


O valor atual do quilo da sucata é R$ 0,30, durante um dia trabalhando, ele mensura que consegue juntar cerca de 100 quilos que lhe rende R$ 30,00, descontando o que gasta com o combustível da motocicleta que usa para puxar a carretinha, lhe sobra R$ 20,00. “É melhor do que ficar parado, isso já soma ao valor de minha aposentadoria e vem melhorando minha vida”, diz agradecido seu Ireno, que faz parte do número de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis; pessoas que desempenham papel fundamental na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), com destaque para a gestão integrada dos resíduos sólidos.

De modo geral, atuam nas atividades da coleta seletiva, triagem, classificação, processamento e comercialização dos resíduos reutilizáveis e recicláveis, contribuindo de forma significativa para a cadeia produtiva da reciclagem. A atuação dessas pessoas, em muitos casos é realizada sob condições precárias de trabalho, se dá individualmente, de forma autônoma e dispersa nas ruas e em lixões, como também, coletivamente, por meio da organização produtiva em cooperativas e associações.

A atuação dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, cuja atividade profissional é reconhecida pelo Ministérios do Trabalho e Emprego desde 2002, segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), contribui para o aumento da vida útil dos aterros sanitários e para a diminuição da demanda por recursos naturais, na medida em que abastece as indústrias recicladoras para reinserção dos resíduos em suas ou em outras cadeias produtivas, em substituição ao uso de matérias-primas virgem.

Publicidade

Veja
Também