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COLUNA DO ALÍPIO: Separação: Superação e renovação!

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A separação, seja qual for, é um processo difícil e doloroso. Quando se trata de casal então? Mesmo que ambos queiram, nunca é fácil! Passei por duas separações com ex-mulheres. Mas, a pior separação foi a de minhas filhas! A primeira, que faleceu nos meus braços aos dois anos! Jamais irei me recuperar! E outras duas, que o destino e os acontecimentos nos separaram! Mas, voltemos à separação de casais.

Tenho visto nas redes sociais inúmeros casais se separando. O incrível é que se separam e, num piscar de olhos, já estão postando fotos com outros amores! E são fotos cheias de sorrisos, de mensagens de autoestima, de autovalorização! No entanto, está na cara que é tudo fachada! Os olhos não mostram a realidade estampada nas belas imagens retiradas das igrejas, dos bares, praias, restaurantes! Alguma coisa não vai bem. É nítida a intenção de se mostrar para a outra pessoa, de mandar um recado: “tá vendo aí? Tô bem, viu? Você não sabe o que perdeu!”


Este tipo de procedimento é inerente ao ser humano que não quer ser visto como um coitado, como um derrotado. Note-se que, quem quer se separar, evita aparecer, mas, diante das provocações, acaba praticando os mesmos atos. No entanto, há outros que se separam e agem diferente. Somem das redes sociais, quando delas participam, passam meses deprimidos e tristes. Como o tempo é o melhor remédio, vem a SUPERAÇÃO E A RENOVAÇÃO!

A vida dá o troco! A separação dolorosa e triste serviu para o crescimento do ser humano. E, via de regra, aquele que não deu motivo para a separação, acaba se dando bem melhor na vida! É a vida e o tempo dando o troco! A separação, antes, vista como uma ruína, serve para que a pessoa renasça, cresça forte, determinada e experiente. E, no processo de SUPERAÇÃO, os erros do passado fazem parte do presente, para que sejam, não evitados, mas para que nunca mais sejam cometidos! Se isto é bom, só a pessoa que sofreu é que sabe.

Há o risco de não viver emoções fortes, pois, ficar sempre na defensiva, com armaduras poderosas, faz com que pessoas interessadas e que te amam, se afastem. É o preço para não passar por todo o processo de sofrimento e dor novamente. Não raro de se ver, existem casais que se separam e se tornam amigos! Tão amigos, que incomoda! Incomoda, principalmente, ao novo amor, ao novo cônjuge!

Por que as pessoas, principalmente a atual mulher ou atual marido, não aceitam que os “ex” sejam amigos? Isto se dá pelo fato de encararmos uma separação como uma contenda, uma briga, em que os amantes/amigos se tornam inimigos mortais! E eu continuo vendo meus amigos nas redes sociais. Gordos que viraram atletas, marombeiros, saradões! Mulheres que começaram a se produzir, se maquiar, deixaram de ser gatas borralheiras para serem princesas! E vejo outros que postam diretas, indiretas, xingamentos, ameaças aos ex-amados/amadas!

E, como advogado, tento defender maridos agressores, esposas oportunistas que se amparam na Lei Maria da Penha para prejudicar os “ex”! Vejo o sofrimento das mães querendo pensões para si e para os filhos, estes, os mais prejudicados! E, por incrível que pareça, feminicídio, tipo de crime contra a mulher por causa do gênero e da subjugação masculina. Não deveria ser assim. A promessa “até que a morte os separe”, que hoje mudou e é dita: “até que a morte os una”, fica da boca pra fora! A coisa ficou feia! Antes, “até que a morte os separe”, existia a possibilidade de poder casar novamente no caso de uma viuvez! Agora, lascou! Com este negócio de “até que a morte os uma”, uma pessoa com 20 anos casa, um mês depois um morre, a outra pessoa terá que ficar só até morrer? Isto é coisa de pombo! Seja como for, há que se pensar que um relacionamento nunca dá errado.

Ele deu certo enquanto durou! E do tempo que durou, há que se guardar o houve de bom, de feliz e se esquecer do que foi ruim. Assim, mesmo que tenhamos que passar por tudo novamente, o faremos, porque a vida assim prediz, porque é nossa sina! Viver, sem suportar as emoções, as aventuras e perigos que a existência nos proporciona, não é viver! É vegetar! E você? Como está o seu relacionamento?

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