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Coluna do Lima Rodrigues – 2 de julho de 2019

Plano Safra 2019/2020 entrou em vigor na segunda-feira
Desde a última segunda-feira (1°), entrou em vigor o Plano Safra 2019/2020. O plano tem R$ 225,59 bilhões, sendo R$ 169,33 bilhões para crédito rural (custeio, comercialização e industrialização) e R$ 53,41 bilhões para investimentos. O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural terá R$ 1 bilhão, mais que o anterior da safra 2018/2019. Para 2020, haverá R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização nas modalidades de aquisição direta do produtor, contratos de opção de venda e subvenção de preços. O plano vale até 30 de junho de 2020.

As taxas de juros foram mantidas em níveis que permitem apoio ao produtor rural. No caso de custeio, comercialização e industrialização, será de 3% ao ano e 4,6% ao ano para os pequenos produtores (Pronaf), 6% ao ano para médios produtores (Pronamp) e 8% ao ano para demais produtores.


Nos programas de investimentos, as taxas vão variar de 3% a 10,5% ao ano.
Na quinta-feira passada (27), o Conselho Monetário Nacional aprovou as taxas, recursos e medidas do plano. (Ministério da Agricultura).

Mais recursos para os pescadores e piscicultores

As medidas do Plano Safra 2019/2020, anunciadas pelo governo federal e que começam a entrar em vigor neste mês, conferem maior apoio creditício aos pescadores e piscicultores, com linhas de financiamento de custeio, comercialização, industrialização e investimento.

As medidas estão na Resolução nº 4.730, aprovada em reunião do Conselho Monetário Nacional realizada na última quinta-feira (27). Entre os destaques para o setor da pesca e aquicultura está o empréstimo para a comercialização.

Os produtores rurais que desenvolvem atividade pesqueira e aquícola podem obter financiamento para a estocagem da produção para venda futura, em melhores condições de mercado.

De acordo com Wilson Vaz de Araújo, diretor de Financiamento e Informação da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, “o Plano Safra 2019/2020 ampliou a inserção das atividades de pesca e aquicultura nas normas do crédito rural e assegurou níveis mínimos de remuneração do produtor rural na venda de pescado às agroindústrias do setor, pois o governo estabeleceu preços de referência para essa operação”.

No ano agrícola 2018/2019, os financiamentos para pesca e aquicultura foram de R$ 626 milhões nas modalidades custeio, investimento e comercialização, com contratos de 14 mil operações feitas pelo segmento. No custeio, contabilizou R$ 484 milhões, na linha de investimento somou R$ 109 milhões e na comercialização, R$ 32 milhões. (Ministério da Agricultura).

 Piscicultor brasileiro não precisa mais apresentar RGP (Registro Geral da Atividade Pesqueira), define CMN

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira passada (27-06), importante medida para desburocratizar a Piscicultura brasileira: a extinção da exigência de apresentação do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para operações de financiamento de custeio e investimento da aquicultura. O CMN acatou recomendação da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), liderada por Jorge Seif Jr., de que o “RGP não é necessário para investimentos em aquicultura, que não se assemelha à atividade pecuária” e que essa alteração possibilita destravar as operações de crédito para o setor aquícola.

A extinção do RGP para a aquicultura, não só para obtenção de financiamento de custeio, mas para todas as etapas da produção e comercialização, está entre as medidas emergenciais solicitadas pela Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) para a SAP/MAPA no início de 2019. “O RGP para o aquicultor é uma ‘aberração burocrática’ com propósito desconhecido para a Piscicultura, pois nossa produção já é controlada pelo serviço sanitário oficial, como é feito com suínos, aves e bovinos. Em 2018, o RGP provocou enorme prejuízo financeiro a produtores, indústrias e supermercados”, argumentou a Peixe BR para a SAP/MAPA. (Texto Comunicação Corporativa).

Competidor japonês vence Torneio Internacional de Pesca no Rio Araguaia

O pescador profissional japonês Toshinari Namiki foi o vencedor do 1º Torneio Internacional de Pesca Esportiva – GAWFR, que aconteceu entre os dias 20 e 27 de junho, em Luiz Alves, distrito de São Miguel do Araguaia, às margens do Rio Araguaia, em Goiás. Ele obteve um total de 950 pontos em todos os dias de competição. O segundo lugar ficou com o goiano Carocinho, com 770 pontos, seguido pelo brasileiro Rhusyvel Peterson, na terceira colocação, com 720 pontos.

Conhecido como The Machine Gun, por sua habilidade de arremessar muito rapidamente e de forma precisa, assim como uma metralhadora, T.Namiki recebeu o título de pescador mestre da Amazônia. Ele é considerado um dos principais pescadores de achigã (black bass) do mundo, tendo participado de competições na Europa, nos Estados Unidos, na Coreia do Sul e na Tailândia. Essa foi a primeira vez que o pescador profissional esteve na Amazônia.

O 1º Torneio Internacional de Pesca Esportiva atraiu centenas de pescadores provenientes de todas as partes do Brasil e também equipes inteiras dos praticantes da pesca com isca artificial do Japão, China, Argentina, entre outros países. O desafio da competição era de capturar, por meio do uso apenas de isca artificial, seis espécies – Aruana, Dorada, Pirarara e Tucunaré, além do Pirarucu e Piraíba, considerados os maiores peixes de água doce do mundo.

O evento cultural, social e ecológico teve o objetivo de estimular a prática da pesca consciente que possibilita um convívio harmonioso com a natureza e a preservação ambiental, inibindo e desestimulando a pesca predatória. Além disso promoveu a “Pescaria Feminina” para fomentar a participação das mulheres no esporte.

Outro projeto importante foi 100 Pequenos Jornalistas, que alavancou a inclusão digital de crianças e jovens do distrito de Luiz Alves, onde ocorre o evento. A associação GAWFR entregou 40 smartphones para os alunos entre 9 e 15 anos da escola municipal de Luiz Alves, que foram usados pelas crianças para filmar a competição, realizar entrevistas com os competidores e compartilhar seus vídeos com outras crianças, por meio do canal oficial da competição no Youtube e, também em suas mídias sociais.

O 1º Torneio Internacional de Pesca Esportiva foi idealizado pelo japonês Keisuke Onoda, que mora há mais de 23 anos no Brasil e teve inspiração do Paris Dakar para idealizar esse projeto. A segunda edição do torneio está marcada para 2020, entre os meses de agosto e setembro. (Mecânica da Comunicação – SP).

Rebanhos registrados de Senepol crescem pelo Brasil

O número de rebanhos registrados da raça Senepol continua em expansão no País. O banco de dados da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol (ABCB Senepol) já conta com 104.627 registros genealógicos. Na visão do vice-presidente da ABCB Senepol, Gilmar Goudard, esse desempenho mostra a grande aceitação do Senepol no mercado brasileiro. “Poucas raças no País atingiram essa marca nesse curto espaço de tempo. E essa história só começou graças ao pioneirismo de criadores em trazer uma raça nova para o Brasil, que ninguém conhecia. Foi preciso muita dedicação, confiança no projeto e visão de futuro, acreditando, naquela época, que o Senepol poderia contribuir para a pecuária nacional. Hoje, temos plena certeza de que essa contribuição já está ocorrendo”, assegura Goudard.

De acordo com a pecuarista e associada da ABCB Senepol, Caroline Rocha Regianini, a procura por animais registrados em seu estado, Santa Catarina, vem crescendo. “Ter um rebanho certificado é de extrema importância, pois é uma comprovação da qualidade de nossos animais. Nossos clientes estarão adquirindo produtos de valor agregado”, fala Caroline, terceira geração da família a conduzir a Cabaña Santa Filomena. (Publique Comunicação – SP).

Mudando de assunto…

Saindo do agro e entrando em outro assunto também muito interessante. Já comentei aqui e volto a comentar. A maioria dos acidentes no Brasil ocorre por pura imprudência e irresponsabilidade de alguns motoristas. É impressionante a quantidade de motoristas nas estradas que fazem ultrapassagem em locais proibidos e bem sinalizados, além da alta velocidade.

Falta de educação mesmo

Por falar em motorista, tem gente que tem dinheiro, mas não tem educação. Passeia com a família em um carro caro e do ano, mas pai, mãe e filhos não têm educação e jogam latinhas de refrigerantes e cerveja e garrafas de água mineral pelas janelas não só nas estradas, mas também nas ruas. Em determinados locais até mesmo a onde os dedicados garis estão limpando as ruas. Assim que fica difícil.

Cigarro ao volante…

Ah, outra situação que tenho presenciado em vários pontos por onde passo em cidades diferentes deste imenso Brasil. Homens e mulheres fumando ao volante. Além de ser perigoso e até mesmo provocar um incêndio dentro do veículo e bater o carro por um descuido de segundos por causa das cinzas do cigarro, ainda fazem com que os passageiros do veículo, crianças e adultos, fumem por tabela. Que absurdo.

 

Sem cigarro, boa semana a todos e até quarta-feira com saúde e paz.

 

 

 

 

 

 

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