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Coluna do Lima Rodrigues – 31 de maio de 2018

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A greve dos caminhoneiros

O Brasil vive ainda um momento de desabastecimento por causa da greve dos caminhoneiros. E só deve voltar à normalidade dentro de dez dias. Uma mobilização justa desta classe tão trabalhadora e sofrida, que leva o progresso diariamente de norte a sul do país. Tenho um irmão caminhoneiro e conheço de perto a luta dele no dia a dia cruzando o Brasil de Belém ao Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais ou Rio de Janeiro.


Foi preciso o governo federal sentir na pele para poder atender às reivindicações dos caminhoneiros, que também acaba beneficiando todas as demais pessoas que dependem de óleo diesel para se locomoverem, assim como a gasolina, que está custando um preço absurdo e também provoca aumento de preço em todos os demais produtos vendidos a nós, consumidores. Esperamos que o preço da gasolina também seja revisto. Pagar gasolina a R$ 6,00 não é fácil para ninguém.

A situação ficou tão crítica que a imprensa divulga a todo instante que o desabastecimento causou problemas até em hospitais, com a falta de insumos básicos. Alunos não puderam ir para as aulas em centenas de escolas em quase todo o Brasil, por causa da falta de combustível nos ônibus escolares e devido à falta de alimentos para a merenda escolar. Os supermercados e o comércio de um modo em geral, apesar de a greve praticamente ter acabado em quase todo o Brasil, ainda sofrem com a falta de produtos em suas prateleiras.
É preciso que o governo federal resolva logo esta situação e atenda as reivindicações dos caminhoneiros, de forma concreta, para que a vida das pessoas volte à normalidade.

Fica feito o nosso registro e a nossa manifestação em apoio ao movimento dos caminhoneiros.
Eles receberam o apoio de mototaxistas e vanzeiros. E no domingo, na saída de Parauapebas em direção a Curionópolis, na PA 275, o Sindicato Rural de Parauapebas, com apoio de empresários e produtores rurais, realizou um ato em apoio aos caminhoneiros e levou uma boa quantidade de carnes para os manifestantes que estavam mobilizados em Eldorado do Carajás (PA). Depois disso, várias manifestações de produtores rurais, empresários, servidores públicos e outras classes sociais foram realizadas em Parauapebas, cujo prefeito Darci Lermem decretou Estado de Emergência e em outras cidades do Pará, em Imperatriz e outras centenas e centenas de cidades brasileiras.

Só lamentei alguns atos isolados de violência a motoristas nem Miranorte (TO), Espírito Santo e em Rondônia, onde um caminhoneiro foi morto com uma pedrada. Lamentável.

E o que é lamentável, também, é o oportunismo de algumas pessoas em várias partes do país querendo tirar proveito político em cima da greve dos caminhoneiros. Mas o povo não é bobo e saberá em outubro separar o joio do trigo.
Vamos torcer que a vida das pessoas voltem à normalidade o mais breve possível em todo o Brasil.

COMUNICADO DO SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA SAÚDE ANIMAL (SINDAN) SOBRE O ATUAL MOMENTO DO PAÍS

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), entidade que reúne os laboratórios fabricantes de produtos veterinários no Brasil, expressa sua mais profunda preocupação com a situação atual, que está paralisando e comprometendo não apenas a economia, mas todos os setores essenciais do país.

Mais do que um caso isolado, esse movimento expõe uma dura realidade, que envolve a pesada e desleal carga tributária sobre a sociedade brasileira.

A indústria veterinária é um dos elos mais importantes da cadeia da produção de alimentos de origem animal, como carnes, ovos, leite, atividades que colocam o nosso país entre os maiores fornecedores globais de proteínas animais.

Assim como todos os segmentos econômicos, convivemos com excesso de impostos e taxas, o que impacta diretamente o nosso negócio. Não obstante, temos uma imensa responsabilidade sobre a alimentação dos brasileiros e estamos conectados, direta ou indiretamente, a milhões de pessoas que atuam na produção animal no país.

Animais precisam de medicamentos para proteção contra enfermidades, bem estar e correto desenvolvimento. A falta desses insumos essenciais desencadeia uma série de problemas de mortalidade dos animais e segurança alimentar, comprometendo a oferta de produtos essenciais para a população, problema que exigirá vários meses para normalização.

Como um segmento que investe e aposta no Brasil, esperamos a rápida normalização da situação, esperando que o ocorrido traga uma lição a ser aprendida por todos os elos decisórios do país.
Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan)

PISCICULTURA JÁ PERDEU R$ 104 MILHÕES COM A GREVE

A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), entidade que reúne, defende e fomenta a produção de peixes cultivados no Brasil, concluiu levantamento sobre as perdas da atividade devido à greve dos caminhoneiros. De acordo com a entidade, até esta 4ª feira (30.05), a piscicultura teve prejuízos da ordem de R$ 104 milhões, principalmente em decorrência de falta de produção e comercialização.

Porém, explica a PEIXE BR, “os efeitos a médio prazo são maiores, pois teremos problemas agora de abastecimento das industrias de rações, insumos nos frigoríficos, ajustes na logística, redução da produtividade e aumento da mortalidade de peixes, em decorrência do período sem alimentação”.

Por conta de todos esses problemas deflagrados pela dificuldade de distribuição de insumos e redução da produção e das vendas, a PEIXE BR estima que os prejuízos duplicarão nos próximos 8 meses, superando a barreira dos R$ 200 milhões. Esse montante equivale a 4,6% de todo o movimento econômico da piscicultura brasileira em 2017.

Boehringer Ingelheim Saúde Animal reforça seu apoio ao avicultor com participação na Expedição Avicultura 2018

A Boehringer Ingelheim Saúde Animal, uma das maiores indústrias globais de produtos para saúde animal, reforça mais uma vez seu compromisso em atender as necessidades da cadeia da avicultura e, assim, contribuir para o seu crescimento. Para isso, entende que precisa estar próxima de quem atua no dia a dia das granjas. Este é o motivo de a empresa participar do projeto Expedição Avicultura, iniciativa do jornal A Gazeta do Povo, que percorrerá importantes estados avícolas do país.

Em sua 5ª edição, o Expedição Avicultura teve início no dia 29 de maio, em Cambé (PR). A Boehringer Ingelheim Saúde Animal participa do projeto com sua equipe de especialistas técnicos, levando aos produtores conteúdo atualizado sobre os principais desafios e soluções para o aumento da produtividade nas granjas.
“Como uma das líderes em saúde animal, temos a responsabilidade de apoiar as rotinas dos avicultores, trocando experiências positivas para estimular a evolução da atividade”, explica Patrícia Schwarz, diretora da BI Fast, unidade de negócios para aves e suínos da Boehringer Ingelheim Saúde Animal.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil produziu 13 milhões de toneladas de carne de frangos e 40 bilhões de unidades de ovos em 2017. “A avicultura brasileira tem potencial para crescer ainda mais e a Boehringer Ingelheim Saúde Animal possui uma linha completa de soluções para proteger as aves (corte e postura) de forma eficaz, prezando pelo bem-estar animal, impactando positivamente nos resultados do avicultor”, explica Patrícia.

Como parte de sua proposta, a Expedição Avicultura 2018 produzirá levantamento detalhado da atividade no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Pernambuco. O encerramento da ação será no dia 3 de agosto.
“Ao final da ação, estaremos ainda melhor preparados para apoiar os avicultores de forma eficaz, auxiliando-os a obter ainda mais sucesso no seu negócio”, finaliza a diretora da BI Fast.

(Com informações das Texto Comunicação Corporativa – São Paulo).

INTERCORTE 2018

A convite da assessoria de imprensa da Intercorte, o grande evento itinerante da pecuária de corte, a equipe do Conexão Rural, cobriu o grande encontro da carne bovina no Carajás Centro de Convenções de Marabá, dia 21 a 23 de maio.

As matérias estão sendo apresentadas no Conexão Rural (Rede TV canal 4 analógico e canal 33 em Parauapebas e canal 38 em Marabá PA).
A Intercorte contou com a presença de autoridades estaduais e municipais, lideranças do agronegócio, renomados palestrantes e pecuaristas paraenses.

Vale a pena destacar mais uma vez que a pecuária no Pará tem ganhado força ano a ano. Hoje, o estado é o quinto maior rebanho bovino do país, totalizando mais de 20 milhões de cabeças.
A relevância da pecuária na matriz econômica paraense está expressa na sua participação de 26 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor primário.

Tento em vista a importância do setor no desenvolvimento do estado, a Intercorte, evento itinerante que percorre há seis anos os principais polos da pecuária no país, voltou ao Pará.
O evento foi sucesso total em organização e em se tratando de palestrantes. Só os TOP da pecuária de corte.
Agradeço pelo convite e parabenizo à Carla Tuccilio, diretora da Terraviva Eventos – da Band, coordenadora geral da Intercorte; à assessora de imprensa, Mariele Previdi Pedroso, da Attuale Comunicação, e sua equipe, e ao presidente da Associação dos Criadores do Pará (Acripará), Maurício Fraga Filho.

O Conexão Rural fez uma grande cobertura da Intercorte. Obrigado por tudo e até novembro em São Paulo, se Deus quiser.
O segundo programa Conexão Rural Especial sobre a Intercorte Marabá 2018 será apresentado neste domingo na Rede TV às 9h30 em Parauapebas e às 11 em Marabá.

Boa fim de semana a todos com saúde e paz.

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