Coluna Linha Cruzada | Por: Waldyr Silva | 20 de julho de 2022

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Pouca gente sabe, inclusive alguns vereadores, que vários bairros de Parauapebas deixaram de existir por conta da aprovação, pela Câmara Municipal, do anexo da Lei Municipal nº 4.879/20, de 16 de junho de 2020, que dispõe sobre a criação das zonas e delimita os bairros da área urbana do município.

Com o macrozoneamento da cidade, alguns bairros foram incorporados a outros e a cidade ficou dividida em cinco zonas: Central (14 bairros), Norte (15), Nordeste (dois), Sul (seis) e Sudeste (cinco), totalizando 42 bairros.


A Zona Central compreende os bairros Caetanópolis, Cidade Nova, Da Paz, Esplanada, Guanabara, Liberdade I, Liberdade II, Linha Verde, Maranhão, Nova Vida, Paraíso, Primavera, Rio Verde e União.

Já a Zona Norte engloba os bairros Altamira, Alto Bonito, Beira Rio, Betânia, FAP, Habitar Feliz, Jardim Canadá, Novo Horizonte, Novo Viver, Parque dos Carajás, Polo Moveleiro, Santa Luzia, Tropical, Vale do Sol e Vila Rica.

Por possuir um número enorme de moradores, a Zona Nordeste foi dividida em apenas dois bairros: Cidade Jardim e Minérios. Por sua vez, a Zona Sul conta com os bairros Brasília, Jardim América, Jardim Planalto, Morada Nova, Parque das Nações e São Lucas. Por último, a Zona Sudeste possui os bairros Alvorá, Amazônia, Apoena, Nova Carajás e Novo Brasil.

Como podemos observar, foram incorporados a outros bairros, e por isso deixaram de existir, os logradouros conhecidos por Bambuí, Beira Rio II, Nova Vida II, Jardim América II, Bela Vista I e Bela Vista II, Parque dos Carajás II; Populares I e II, que passam a ser chamados de Habitar Feliz; Boa Vista, Jardim Canadá II, Porto Seguro; Chácaras do Sol, da Lua, das Estrelas e do Cacau; São Lucas II, Ipiranga, Martini, Novo Tempo e outros.

A Prefeitura de Parauapebas deu entrada na secretaria geral da Câmara Municipal, na última quinta-feira (14), do Projeto de Lei nº 123/22, que cria o programa municipal de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) no Município de Parauapebas, conhecido por “Titula Parauapebas”.

O projeto, que deve entrar na pauta do Legislativo na primeira sessão ordinária de agosto, dia 2, visa regularização fundiária no município e ordenamento social, jurídico e ambiental do seu território.

De acordo com o Poder Executivo, a Reurb corresponde ao conjunto de medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais, “de modo a garantir o direito social à moradia, o pleno desenvolvimento das funções sociais da propriedade urbana e o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”.

A finalidade do projeto é dar condições a Parauapebas de construir novas práticas de gestão urbana participativa e inclusiva, multiplicando as ações que visem à regularização fundiária urbana plena e, na medida do possível, enfrentar o passivo socioambiental existente na cidade.

O programa Cidade Igualdade, da Prefeitura de Parauapebas, abriu processo seletivo para 21 cursos de qualificação profissional dos projetos “Elas podem mais” e “Florindo o Mundo”, conduzidos pela Secretaria Especial de Governo (Segov).

As inscrições são on-line e devem ser feitas até o dia 21 de agosto deste ano pelo link https://parauapebas.pa.gov.br/cidadeigualdade/. A divulgação do resultado das alunas selecionadas será no dia 24 de agosto, quando serão iniciadas as matrículas para os cursos, que são totalmente gratuitos.

As aulas começarão no dia 29 de setembro deste ano e duram três meses, com instrutores do Senai. As vagas foram distribuídas pelas zonas urbana e rural de Parauapebas, de acordo com a localização dos 19 polos onde os cursos serão realizados.

Os cursos são operadora de equipamento de mina, mecânica de manutenção industrial, assistente de controle de qualidade; operadora de computador, de empilhadeira e de retroescavadeira; almoxarife, produtora de plantas ornamentais, pedreira de alvenaria, UX/UI designer e planejadora de gestão de projetos.

É importante que as interessadas leiam o edital com atenção, onde estão especificados os 21 cursos, os locais onde serão realizados (escolas municipais, associação e centro comunitário), os horários, os critérios para as inscrições e seleção das candidatas.

Teve início nesta segunda-feira (18), e vai até 18 de agosto, o prazo para quem estiver em trânsito, no dia da votação, informar à Justiça Eleitoral local, fora do seu domicílio eleitoral, onde votará.

Matéria publicada no jornal eletrônico “O Antagônico”, de Belém, revela que entre os anos de 2019 e 2022 a Fundação Cultural do Pará pagou verdadeiras fortunas para produção de lives. A maior beneficiária foi a empresa E.S de A.Pinto e Serviços, que recebeu quase 27 milhões de reais. Logo atrás dela vem a RR Pinto Júnior Produções e Eventos, que recebeu, no mesmo período, mais de R$ 26 milhões. Em terceiro lugar ficou a empresa MVC Magno Produções e Eventos, que abocanhou da Fundação R$ 13 milhões em menos de quatro anos.

Outras quatro empresas, a Cleber Henrique Almeida Figueiredo, a PF de S.Gonçalves, a Authentica Consultoria e Assessoria e a VM Produções Eireli, receberam, cada uma, a quantia de mais de 12 milhões de reais. A empresa F5 Produções e Eventos recebeu R$ 9 milhões, a Any Karoliny Batista Ribeiro R$ 6 milhões e a LMM Neto Produções e Eventos R$ 7 milhões.

Matéria completa no link https://oantagonico.net.br/a-mafia-das-lives-a-fundacao-cultural-o-relvas-os-r-200-milhoes-e-a-farra-das-empresas/

Por hoje é só.

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