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Com ressalvas, professores de Curionópolis aceitam proposta do governo municipal

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Os professores da rede municipal de educação de Curionópolis, em Assembleia realizada na última sexta-feira, 23, aceitaram a proposta de parcelamento em duas vezes do retroativo do piso nacional referente aos meses de janeiro, fevereiro, março e abril do ano de 2017.

Assim sendo, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (SINTEPP) deve notificar a prefeitura sobre a decisão da categoria, através de ofício, ao prefeito Adonei Aguiar, na próxima segunda-feira, 26.


O retroativo deve beneficiar tanto os concursados, quanto os contratados da rede pública municipal de ensino, sendo que, ambos devem receber os meses proporcionais trabalhados.

A primeira parcela referente aos meses de janeiro e fevereiro deve ser paga na competência de julho e dos meses de março e abril, devem ser depositadas na competência de agosto. Contudo, segundo o SINTEPP, caso o acordo seja descumprido pelo governo, os professores podem paralisar ainda no mês de agosto na rede pública de ensino.

Falta de Transparência

A insegurança dos servidores da educação naquele município se dá devido a ausência da disponibilidade da folha analítica, e isto elevou o tom de críticas ao Governo Adonei pela categoria que, durante a assembleia, avaliou que o governo tem o dever, conforme a lei de Acesso à Informação estabelece, em disponibilizar demonstrativos financeiros com gastos com pessoal e demais despesas ao sindicato.

Avaliação

A coordenação do SINTEPP avaliou alguns avanços para a categoria, frutos do desempenho incansável da luta sindical, contudo, destacou que a ausência do mandato classista dos professores e do repasse sindical prejudica a organização sindical. “O governo deve compreender a necessidade urgente em disponibilizar o mandato classista conforme foi acordado no dia 30 de março deste ano e regularizar o repasse das contribuições financeiras e sindicais dos filiados. Isto não é somente um pedido, é um acordo formalizado com o próprio prefeito que prometeu resolver, mas a gente tem enfrentado problemas sérios”, destacou o coordenador geral da entidade, Hebber Kennady.

Jornada de Trabalho

A luta do SINTEPP também deve está concentrada na luta pela regularização da jornada de trabalho dos vigias e das merendeiras. Vigias estariam sendo submetidos a horas exaustivas, bem com salários defasados e merendeiras também estariam trabalhando além do permitido pela legislação, sem receberem hora-extra ou folga, conforme denúncia apresentada por ambas categorias ao SINTEPP nestas últimas semanas. O Sindicato deve solicitar explicações à SEMED sobre possíveis irregularidades nestas jornadas exaustivas dos vigias e merendeiras.

 

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