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Conselho de Saúde pede fim de contrato com empresa que administra o HGP e prefeitura nega

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Mais uma vez o Hospital Geral de Parauapebas (HGP) é alvo de impasse entre o Sindicato dos Médicos do Pará (SINDMEPA), Conselho Municipal de Saúde, GAMP e Prefeitura Municipal.

Confira a nota publicada na última quinta-feira (1) no site do Sindicato dos Médicos do Pará:


“Representantes das diversas especialidades médicas e enfermeiros do Hospital Geral Evaldo Benevides Alves, da Secretaria Municipal de Saúde, estiveram reunidos, na manhã de ontem (1), com a Presidência da Câmara Legislativa, Secretária de Administração e com o Procurador do Município para pedir apoio para a suspensão do contrato com o Grupo de Apoio a Medicina Preventiva e à Saúde Pública – GAMP. Além das diversas irregularidades no processo de dispensa de licitação, já apontados por relatórios do Conselho Municipal de Saúde, os enfermeiros ainda denunciaram, durante a reunião, que estavam sendo vítimas de assédio moral por parte dos membros da empresa e que haviam colocado vários outros enfermeiros na escala de plantão, avisando aos mesmos que estavam em experiência. Encontravam-se sem contrato e a título de estágio voluntário.
A tarde, médicos e enfermeiros do Hospital Geral de Parauapebas reuniram-se no Conselho Municipal de Saúde para definir a situação sobre a empresa GAMP. Um relatório detalhando sobre todas as falhas no processo de qualificação e no contrato da empresa para gerenciar o Hospital foi apresentado pelos médicos e enfermeiros. Os graves indícios de irregularidades, levaram os conselheiros a definirem pela suspensão do contrato com a GAMP até apuração pelo Ministério Público.
Mesmo que esta resposta seja temporária, os servidores lotados no Hospital Geral estão em festa”.

Chefe de gabinete comenta

Por mais que o Conselho Municipal de Saúde de Parauapebas tenha definido pelo fim do contrato da Prefeitura Municipal com o GAMP, Wanterlor Bandeira, chefe de gabinete do Prefeito Valmir Mariano (PSD), afirmou durante comentário feito no grupo de WhatsApp do Portal Pebinha de Açúcar que “a decisão é uma deliberação do Conselho de Saúde, porém, por parte da Prefeitura de Parauapebas o contrato continua vigente. A gestão é da prefeitura e não do conselho”, relatou Bandeira, que finalizou dizendo: “Sindicatos e Conselhos têm um papel importante na sociedade, mas a gestão é de responsabilidade exclusiva da administração, conselhos são consultivos, fiscalizam e cobram da gestão”.

GAMP EMITE NOTA

A Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde, através de sua Assessoria de Imprensa divulgou uma nota na noite da última quinta-feira (1), confira abaixo na íntegra:

“O Contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Parauapebas e o GAMP – Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública, para gerir o Hospital Geral da Cidade, está implantando um moderno sistema de gestão de saúde que otimizará o atendimento à população, oferecendo um novo formato de atendimento humanizado com alto grau de profissionalismo.
A saúde pública em todo o país tem sido assunto recorrente em todas as regiões, notadamente nas cidades-polo, sempre com um viés negativo.
O GAMP é uma Organização Social diferenciada e que baseia sua atuação em três pilares: Governança, Estratégia e Execução.
O processo está em fase de implantação e ao seu final, Parauapebas oferecerá a todos um serviço médico de qualidade.
Toda mudança à princípio gera inquietação, mas o GAMP age sempre buscando a Satisfação dos Usuários da Saúde, com muita Responsabilidade Social, Compromisso Com os Resultados, Transparência, Idoneidade e Absoluta Segurança aos Pacientes.
Tudo isso refletirá diretamente no atendimento no Hospital Geral de Parauapebas”.

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