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Cresce número de trabalhadores que estão na informalidade

Há 3 anos que seu Francisco Souza trabalha com a comercialização de óculos e tênis na Praça do Cidadão, localizada no Bairro Rio Verde, em Parauapebas. Já são 5 anos que ele trabalha sem carteira assinada, antes das vendas dos produtos, realizava apenas alguns bicos, mas não era o suficiente para pagar as contas no final do mês.

“Foi a forma que encontrei para sustentar a família, afinal não posso ficar parado, o emprego está difícil. O que eu quero mesmo é voltar a ter minha carteira de trabalho assinada, sempre que posso vou ao Sine ver as vagas”, contou o autônomo à equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar.


Uma pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA), com base nas informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que as pessoas ocupadas no mercado de trabalho no Pará no segundo trimestre deste ano foi de 35,6% ou seja 1,2 milhões de trabalhadores atuavam por conta própria. A pesquisa apontou ainda que no mesmo período o número de pessoas no mercado de trabalho foi de 3,41 milhões no Pará.

São mais de 12 milhões de pessoas que ainda estão desempregadas em todo o Brasil. O IBGE apontou ainda que há pelo menos 2 anos, mais de 3 milhões de brasileiros estão procurando emprego. O caso de dona Mara Silva, que hoje está trabalhando na comercialização de produtos de beleza. Após ser demitida da empresa onde trabalhava como vendedora viu no mercado informal a forma de garantir a renda no final do mês.

“Com o final do ano chegando estou com esperança de conseguir ser contratada novamente, espero em breve ter novamente minha carteira de trabalho assinada”, afirma a autônoma.

A expectativa de muitas pessoas que ainda estão desempregadas e até mesmo na informalidade é de novas oportunidades no mercado de trabalho, principalmente no comércio onde nesse período alguns empresários contratam os funcionários temporários para compor o quadro de equipe.

“No início de dezembro espero estar contratando duas atendentes para ajudar nos trabalhos. Ano passado contratei três moças, o movimento nas vendas foi bom. Ainda não posso garantir nada, vamos esperar até lá”, conta o lojista Paulo Roberto.

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