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Curionópolis já registrou dez casos de Leishmaniose e uma morte

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Foram os 10 casos de leishmaniose visceral suficientes para motivar a secretária municipal de Saúde de Curionópolis, Kelma Oliveira, a convocar o Conselho Municipal de Saúde para uma reunião.

No ato ocorrido na tarde da última sexta-feira, 16, na Casa dos Conselhos, onde, além dos conselheiros de saúde, participaram representantes da Vigilância em Saúde e da Vigilância Sanitária, preocupada, Kelma disse que a população precisa de uma resposta urgente e também de orientação a respeito do assunto. “A alternativa agora é realizarmos uma audiência pública e nela esclarecer a população, além de ouvi-la para traçarmos a melhor saída”, disse kelma, dando conta de que faz parte do pacote de medidas a adequação de um canil público para abrigar cães de rua que estarão passíveis de recolhimento.


Os animais recolhidos, conforme informou Kelma, ficarão intocáveis por uma semana enquanto esperam serem resgatados pelos seus donos e caso não sejam retirados no prazo previsto, serão castrados e liberados. “Não podemos sacrificar animais, pois são animais que merecem viver. Sendo assim, apenas providenciaremos o controle de natalidade para barrar o crescimento da população de cachorros nas ruas de nosso município”, detalha Kelma.

 

Em relação ao controle da doença, a secretária diz que todas as medidas serão adotadas para combater o contágio, dando total assistência à população que poderá levar seus animais para receber vacinas e exames de avaliação clínica veterinária com teste rápido, para assim detectar se estão contaminados com alguma zoonose, entre elas leishmaniose ou calazar.

Quanto aos animais que forem recolhidos em abrigos, os mesmos atendimentos serão oferecidos e, em caso de comprovado a doença, poderão ser tratados ou sacrificados dentro do protocolo de eutanásia. “Chamamos o Ministério Público para participar da elaboração do plano, bem como da audiência pública, pois assim teremos respaldo em nossas ações, já que trata-se de algo muito sério”, afirma Kelma, mensurando que a audiência pública deve acontecer em uma data mais próxima possível.

Já em relação ao número da doença no município, 10 casos confirmados, tendo um terminado em óbito, Kelma tranquiliza a população afirmando que em humanos, se descoberto com tempo, a doença tem tratamento e que o município tem estrutura para oferecer a medicação conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde.

Reportagem: Francesco Costa

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