Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

DADOS DE MAIO: Queda nas exportações vão derrubar PIB de Parauapebas no médio prazo

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Foram divulgados este fim de semana, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, os números de exportação dos municípios brasileiros referentes ao mês de maio, e a situação está tão crítica na conjuntura macroeconômica de Parauapebas que o período apresentou o menor valor exportado de minérios, em dólares, dos últimos quatro anos: 228,8 milhões. Em maio do ano passado, a título de comparação, foram exportados 721,5 milhões de dólares, ou seja, mais que o triplo do mês passado.

Após dois anos ocupando o primeiro lugar como maior exportador do país, a Capital do Minério tombou em 2015 para a quarta colocação, atrás dos gigantes São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores cidades da América do Sul, e Angra dos Reis, importante cidade portuária brasileira localizada no litoral fluminense.


Considerando-se apenas o superávit, que é o saldo positivo na balança, Parauapebas ainda se mantém no topo. Mas isso se explica: o Brasil está em crise, e os grandes municípios exportadores – à exceção de Parauapebas e alguns outros gatos pingados – têm importado commodities numa proporção maior que a capacidade de vender ao exterior. Já a Capital do Minério tem importações mínimas por se tratar de um município pouco populoso e de base mineral, daí seu saldo comercial ser praticamente o mesmo da exportação.

De janeiro a maio deste ano, Parauapebas exportou 1,62 bilhão de dólares, menos da metade dos 3,64 bilhões de dólares do mesmo período de 2014. Se a situação não melhorar no segundo semestre deste ano, ou permanecer como está, a Capital do Minério pode rolar oito posições na balança comercial e encerrar 2015 com a realidade financeira de um Parauapebas de 2008, quando suas exportações foram de 3,84 bilhões de dólares. Na balança comercial, os municípios paulistas São José dos Campos, Santos e São Bernardo do Campo; os capixabas Vitória e Anchieta; o paranaense Paranaguá; o catarinense Itajaí; mais o gaúcho Porto Alegre podem tomar de Parauapebas, ainda este ano, o pouco de empáfia que ainda lhe resta por estar entre os líderes das exportações, condição que até em 2014 parecia fora de risco.

Reportagem especial: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar

Foto: Arquivo

Publicidade

Veja
Também