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De acordo com o Ministério do Trabalho, Canaã continua liderando geração de empregos no Pará e no Brasil

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Com a geração de 31 postos de trabalho com carteira assinada em março, Canaã dos Carajás, a 70 quilômetros de Parauapebas, segue abrindo oportunidades. Pode parecer pouco, mas no acumulado do ano, considerados os três primeiros meses de 2016, Canaã tem saldo positivo de 872 vagas.

A maior parte das novas contratações com carteira assinada no município está na construção civil, particularmente nas profissões de servente de obras, carpinteiro e montador de estruturas metálicas, responsáveis por 20% das oportunidades. Por outro lado, não há vagas para auxiliar de escritório, vigia, motorista de caminhão e vendedor de loja.


Canaã dos Carajás ainda terá pela frente 2.600 contratações de mão de obra fixa para a etapa de operação do projeto S11D, da mineradora Vale, que, aliás, já começou a fazê-lo. No entanto, a força de trabalho atualmente em ação para erguer o empreendimento deverá, nos próximos meses, começar a ser desmobilizada, e Canaã poderá enfrentar o mesmo fantasma que atualmente inferniza Parauapebas: o desemprego.

MARABÁ

Por falar em desemprego, Marabá também segue os passos de Parauapebas. Embora tenha demitido menos que seu filho mais ilustre em março, já que registrou 441 desligamentos (contra 707 de Parauapebas), Marabá acumula 1.145 demissões no primeiro trimestre deste ano e ocupa o terceiro lugar no Pará. Está um deus nos acuda arranjar um emprego na mais agitada cidade do Sudeste Paraense.

Os cargos de servente de obras e instalador de linha elétrica de alta e baixa tensões são aqueles que ainda têm oportunidades. Mas a lista das ocupações que mais mandam à rua da amargura é preocupante. Dela constam auxiliar de escritório, motorista de ônibus, motorista de caminhão e vendedor de loja.
Em Marabá, o salário médio de emprego com carteira assinada fica em R$ 1.277,58, contra R$ 1.399,67 em Parauapebas e R$ 1.529,08 em Canaã dos Carajás. Do ponto de vista da quantidade de empresas, Marabá ainda continua liderando a diversidade de vagas, com cerca de 1.000 estabelecimentos empresariais que registram carteira à frente de Parauapebas.

No Pará, o saldo de empregos em março também ficou no vermelho em 5.296 postos. No Brasil, a situação é ainda mais drástica: 118.776 desempregados despejados no mercado, o pior resultado da história nacional para um mês de março.

Reportagem: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar

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