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Aulas em escolas estaduais de Parauapebas podem iniciar dia 23 de janeiro

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Em desencontro com o calendário proposto pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), que divulgou o calendário escolar 2019 para as escolas da rede pública estadual de ensino, válido para grande parte dos 144 municípios paraenses, através da Portaria nº 2.056/2018 – GAB/Saen, dando por data de início do ano letivo 2019 o dia 11 de março, o retorno das aulas em Parauapebas poderá ser no dia 23 de janeiro.

O motivo de Parauapebas ter as aulas antecipadas, se dá por ter acontecido, este ano, duas greves na rede estadual, enquanto que na “Capital do Minério” apenas uma escola parou e em diversos municípios não houve adesão à greve, com exceção de Eldorado do Carajás.


De acordo com o professor José Sena da Silva, gestor da 21ª Unidade Regional de Ensino (URE), no conjunto, as escola da 21ª URE, com sede em Parauapebas, estiveram cumprindo o calendário letivo estando já, de modo geral, todas concluído no início de janeiro de 2019 o ano letivo de 2018. Com esta normalidade as férias dos professores acontecerão do dia 6 ao dia 16 de janeiro e no dia 21 já retornarão aos trabalhos nas respectivas escolas, quando se iniciarão os planejamentos e no dia 23 as aulas letivas. “Assim, pudemos apresentar uma proposta alternativa aos professores e ao chegar a um consenso, encaminhamos à SEDUC e agora aguardamos a resposta oficial. Caso não haja aprovação de nossa proposta, certamente nos adequaremos ao calendário da SEDUC”, conta José Sena, dando conta de que já conversou com a coordenação de matrículas do Ensino Médio, detalhando a proposta, aproveitando que na própria Portaria 2.056, em seu artigo 1º, deixa claro que as escolas podem apresentar um calendário alternativo dependendo de suas peculiaridades regionais ou local.

Ainda de acordo com dados da 21ª URE, no caso específico de Parauapebas, por ter um contingente de aproximadamente 12 mil estudantes, sempre teve um descompasso entre a Rede Municipal e Estadual e isso cria alguns atropelos. Um dele é o caso dos servidores da educação que têm vínculo em ambas as redes, acabam por ter problemas pela disparidade na conclusão do ano letivo em cada uma; assim, trabalha em uma enquanto a outra já está de férias. Por outro lado, os ônibus do transporte escolar precisam parar no período das férias, quando devem passar por manutenção, criando-se assim um certo embaraço. “Se andarmos par e passo, nossas dificuldades diminuirão e muito; mas, nada impede que façamos a proposta para quem vier encontre um ambiente mais alinhado entre as redes de ensino em termos de calendários escolares”, prevê Sena, dando por estas as justificativas que encaminhou para a Secretaria de Educação e aguarda que na primeira semana de janeiro tenha a resposta, mesmo sabendo que a partir de janeiro haverá nova gestão tanto na SEDUC e possivelmente na URE.

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