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DÍVIDAS: Em Curionópolis, Adonei Aguiar é cobrado em carro de som

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Certamente, não acreditando que seu afastamento seria consumado e teria o controle da situação e até mesmo uma possível reeleição, o prefeito de Curionópolis, Adonei Aguiar, segundo credores, não se preocupou com o controle das dívidas nem com o pagamento das mesmas. O descontrole lhe rendeu denúncias e processos judiciais culminando em seu afastamento do cargo.

Recentemente, Adonei voltou a assumir o comando do Poder Executivo daquele município graças à decisão Monocrática vindo do Ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), emitida no dia 17 de julho, mas, nem “esquentou a cadeira” e foi afastado de novo. Com isso, os inúmeros credores temem não receber os respectivos valores, já que não é possível reaver seus produtos, pois, se trata de serviços estando, entre eles, fornecimento de internet, locação de imóveis e equipamentos como, por exemplo, caminhões e outros veículos.


Agora, no carro de som que circula pelas ruas de Curionópolis, o convite é feito aos credores para que todos se reúnam na residência do ex-secretário de Obras, Francisco Antônio dos Santos Costa (Quixadá) para tentar receber. No anúncio o ‘locutor’, que é dono de provedor de internet, conta ter mais de um ano sem “ver a cor do dinheiro”.

Ainda no áudio do convite feito pelo empresário e pastor evangélico Júnior Adolfo e veiculado no carro de som, Adonei Aguiar não recebia os credores na Prefeitura e “era uma enrolação danada”; motivo que, reforça para que todos possam comparecer na casa do ex-secretário para cobrar o que lhes é devido.

OUÇA O ÁUDIO GRAVADO POR UM DOS CREDORES 

 

Ainda segundo Júnior, vários credores estão há quase dois anos sem receber, entre eles, proprietários de imóveis alugados para a prefeitura.

Outro lado

Por telefone, a equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar entrou em contato com Adonei Aguiar, que por sua vez afirmou que a dívida citada por Júnior Adolfo em carro de som não existe. “Pede para ele o contrato assinado dessa suposta dívida. Ele não tem, e sem contrato, não existe dívida”, ponderou Adonei.

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